sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

# 518

Gif retirado da net


"Fez um pouco mais de força e entrou totalmente nela.
Ooooohhhhh… Foda-se! Preciso tanto disso…
Tiago sentiu o pau quente e húmido e teve de parar para se concentrar para não se vir imediatamente. Era uma sensação incrível estar dentro dela. Poucas mulheres o tinham deixado assim e não se lembrava de uma tão nova que o conseguisse ter feito! Teve de a segurar nas ancas com força, não lhe permitindo mover-se muito, para lhe dar tempo de se acalmar. Tirou o membro de dentro dela e encostou-se ao seu rabo, deixando o pau entalado entre as nádegas, a apontar para o tecto, enquanto se dobrava sobre as suas costas e a beijava num ombro. Ela não se mexeu e ele fez as mãos deslizarem pelo seu corpo acima até tocarem de lado nas suas mamas. Então pegou nelas pela primeira vez. Eram duras e cabiam perfeitamente nas suas mãos. Sentiu os mamilos erectos e apertou-os ligeiramente, levando a que novos gemidos fossem audíveis. Fez então o caminho inverso, descendo as mãos até às ancas, devagar, enquanto beijava diversas vezes as suas costas. Quando chegou à posição de partida, pegou no membro, apontou-o à sua entrada quente e húmida, colocou o dedo no rabo dela, e duma estucada introduziu ambos!
Ela gemeu e abanou-se toda!
Também ele gemeu! Que maravilha de sensação!
Começou então a fodê-la. Cada vez um pouco mais rápido. Os seus quadris iam batendo no rabo dela a cada investida. Ambos começaram a respirar aceleradamente e a gemer alto.
Oh! Sim, fode-me Tiago! Fode-me, não pares, Oooohhh…
Tiago batia forte e enfiava-lhe agora o polegar esquerdo no cu ao mesmo ritmo enquanto sentia as suas bolas batendo nela a cada investida. Ana baixou a cabeça na parte de trás do sofá e moveu os braços para lá também. Isso levantou um pouco o seu rabo o que obrigou Tiago a posicionar-se melhor. Ela estava maravilhosa. O barulho era agora evidente e não fosse Diogo estar completamente out, com certeza teria acordado, mas eles nem se apercebiam disso. O mundo tinha parado e só o momento de ambos interessava. Tiago estava perto de se vir e não queria que isso acontecesse sem que ela se viesse também. 
Fode-me, Tiago… Ahhhh, tãooo bbbooommm… Fode-me“, implorou. “Com força!
Tiago estava dando tudo o que tinha. Batia nela tão forte quanto conseguia.
Oh! Foda-se, vou-me vir…”, Ana anunciou!
Também… eu…”, murmurou Tiago!
Tiago não diminuiu o ritmo e continuou a fodê-la com a máxima força que conseguia. Tirava o membro quase todo e voltava a enfiá-lo de volta até ao fim. Sentiu Ana a contrair-se e a estremecer quando ela chegou ao clímax. Isso foi o toque final para o fazer vir-se também. Sentiu perfeitamente o primeiro tiro a explodir para fora dele, profundamente dentro de Ana. Ela gemeu de prazer e a estucada seguinte fez a 2ª e a 3ª carga explodirem também. Ambos sentiram que ela estava completamente cheia. Puxou os seus quadris para trás e empurrou o mais profundo que conseguiu, permanecendo dentro dela enquanto as últimas cargas escapavam dentro do seu canal vaginal já cheio.
"Uau", foi tudo o que conseguiu dizer."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

# 517

Gif retirado da net


"Meteu a cabeça no rabo dela e enterrou a língua até onde conseguiu. Automaticamente ficou com a boca toda molhada. Lambeu-a!
Oooohhhh…”, gemeu Ana.
Continuou a explorá-la com a língua… Dentro, ao redor, mais a baixo, mais a cima… Lambeu o mais baixo possível em seus lábios, usando as mãos para separar as suas nádegas para ter o maior acesso possível ao seu pequeno pedaço quente. Lambeu todo o caminho até à entrada da vagina, todo o caminho até ao seu buraco enrugado e aí mesmo. Ana soltou um gemido mais alto! Começou então a concentrar-se aí enquanto deslizava os dedos da mão esquerda para dentro da sua vagina. Fodeu-a com os dedos enquanto lhe lambia o ânus.
Ooooohhhh… Meu Deus! Meu Deus! Ooooohhh… Isto parece… Aaaahhh! Incrível!
Isto trazia-lhe novas sensações. Continuou a trabalhar à volta do ânus com a mão direita e a língua enquanto a fodia com os dedos da mão esquerda. Demorou uns minutos nisto enquanto ela gemia e “dançava” de prazer, até que começou a ficar cansado da língua. Estava desesperado por a foder. Pegou no pau com a mão direita e esfregou-o um pouco para ficar tão duro quanto possível. Estava duro e duvidava que ficasse mais…
Levantou-se, tirou a camisa e foi em direcção ao rabo perfeito que estava ali à sua espera. Ana estava incrível, com as omoplatas quase visíveis nas costas tonificadas, com a coluna a descer até à cintura consistente e fina, e a perder-se nos quadris um pouco mais largos e no rabo perfeito. “Será que ela me deixa foder este cu divinal?”, pensou. 
Pegou no seu pau e posicionou-o com a cabeça encostada aos seus lábios vaginais. Deslizou lentamente para cima e para baixo e ela gemeu. Queria muito fodê-la mas quis continuar este jogo com ela… Empurrou os quadris até que a cabeça entrasse até meio. Ela voltou a gemer. Depois aliviou e a cabeça voltou a sair. Fê-la deslizar para cima, para os lados, para baixo… e empurrou novamente um pouco. Novo gemido alto. O longo cabelo louro dela dançava sobre as suas costas, não se definindo entre a esquerda e a direita. Meteu o indicador esquerdo na boca e introduziu-o devagar no rabo. Ela endireitou-se e soltou um longo “Aaaaaahhhhhhh!
Magoei-te?”, perguntou.
Não!”, disse! “Não estou habituada…
Tiago tirou o dedo.
Não! Deixa estar. É bom…”, disse. “Até agora gosto!
Ele voltou a apontar o dedo e introduziu-o devagar ao mesmo tempo que avançou novamente com os quadris…
Estás a deixar-me louca!”, disse enquanto voltava a levantar as costas… “Olha que não respondo por mim…”"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

# 516

Fotografia de autor desconhecido


"Rodou a mão e meteu a palma da mão por baixo dela para que os seus dedos ficassem entre o clitóris e o sofá. Começou a trabalhar o polegar contra as macias paredes internas enquanto simultaneamente fazia a mão passar no seu pequeno clitóris. Ana balançava os quadris para a frente e para trás seguindo o ritmo da sua mão. Sua respiração estava cada vez mais pesada e os seus gemidos estavam mais altos, sendo perfeitamente audíveis em qualquer parte da casa.
Mmmm, Deus, isso é incrível. Não pares”, Ana pediu.
Colocou os dedos indicador e médio da mão esquerda na boca, para lubrificá-los um pouco, retirou o polegar e substituí-o rapidamente pelos dois dedos da mão esquerda. Seus dedos foram mais fundo, atingindo zonas ainda não tocadas de Ana e ela soltou um gemido muito alto.
"OH SIIIIMMMMMMMM! ... Vai mais fundo!", implorou ela.
Tiago estava excitado mas, ao mesmo tempo, completamente concentrado em fazê-la ter prazer no que estava a acontecer. Tinha essa missão na cabeça em primeiro lugar. Deslizou os dedos para dentro e para fora enquanto continuava a estimular o clitóris em movimentos circulares com a mão direita. Todo o tempo aplicando uma pressão suficiente para estimulá-la mas não ao ponto de deixá-la com o clitóris sensível! Tinha a sensação que Ana estava perto de ter um orgasmo. Ela também fazia pressão contra a sua mão. Introduziu então um terceiro dedo que entrou com facilidade. Ela estava encharcada e devia estar a ter um orgasmo a qualquer momento.
Vamos, Ana… Vem-te para mim”, pediu Tiago.
Estou quase! Vai fundo, não pares!”, murmurou entre dentes!
Tiago tentou colocar um quarto dedo mas ficou difícil. Decidiu então aumentar a cadência e ir tão fundo quanto conseguia para ver se ela tinha um orgasmo. Ela já não parava quieta e o seu rabo rodava sobre os quadris enquanto gemia de prazer. Mas não se vinha!
Foda-se! Não consigo vir-me! Preciso que me fodas. Vá, fode-me!”, exigiu Ana!
Tiago ficou surpreendido com as palavras mas foi uma agradável surpresa. Tirou a mão de dentro dela e levantou-se. Tirou os jeans, os boxer e as meias em questão de segundos, enquanto ela se levantava.
Vira-te!”, disse!
Ana virou-se e colocou as mãos nas costas do sofá e os joelhos na beira do assento. Ele olhou-a… Queria tanto fodê-la mas ajoelhou-se no chão e ficou com a cara à altura do rabo dela. Podia sentir o seu cheiro mesmo à distância. Cheirava suficientemente bem para comer… Adorava lamber uma boa cona molhada e não havia como resistir naquele momento!"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

# 515

Fotografia de autor desconhecido


"Fez então deslizar as mãos de fora para dentro sobre as nádegas. Foi aí que percebeu que ela não trazia calcinhas. A única coisa que o separava de sua vagina era um pedaço muito fino de seda. Manteve a massagem, alternado entre descer e subir pelas coxas e o deslizar de fora da dentro sobre as nádegas, fazendo os polegares deslizarem pelo rego. Cada vez mais devagar, quando percebeu que isso aumentava-lhe o prazer. Depois acrescentou o interior das coxas, uma zona muito sensível, e que fez Ana começar a mexer-se mais. De vez em quando apertava as nádegas e afastava-as, ouvindo perfeitamente o despegar dos lábios vaginais pegados pela sua óbvia excitação. 
Ana gemia sem parar, sempre que expirava. Estava completamente excitada. Os seus gemidos estavam a ficar um pouco mais altos e sua respiração era pesada. Aproximou as mãos do centro das nádegas e apertou com força.
"Mmmmm, eu gosto disso", exclamou.
"Não sabia se gostavas", disse Tiago.
"Gosto! Está óptimo, eu gosto assim." E depois duma pequena pausa: “Gosto muito!”
Tiago continuou a massajá-la, excitadíssimo, com uma mulher que tinha praticamente metade da sua idade, na flor da idade… Podia ser sua filha… Mas afastou esses pensamentos e decidiu ir até ao fim da “coisa”! Ela não tinha dado nenhum sinal para que parasse, antes pelo contrário! Retirou as mãos de dentro dos calções e colocou-as de lado, nas ancas. Começou então a puxa-los para baixo, muito devagar enquanto ela gemia. Quando ela levantou os quadris, ele sorriu e o coração disparou. Aqui estava um sinal claro que ela permitia, que ela queria, que lhe tirasse os calções.
Tiago recuou lentamente pelas pernas dela e, mais lentamente ainda, foi fazendo os calções deslizar, primeiro pelo rabo e depois pelas pernas. Levantou-se do sofá para acabar de retirar os calções e voltou ao sofá, ajoelhando-se junto aos seus pés. Ali estava Ana, toda nua, deitada no sofá, exibindo um corpo de deusa “do outro mundo”. Uma verdadeira maravilha da natureza!
Afastou gentilmente as suas pernas e Ana seguiu o seu gesto separando as pernas levemente enquanto ele subia pelo sofá entre as pernas dela. E afastou-as um pouco mais quando ele alcançou novamente o seu rabo. Finalmente pôde perceber o quanto ela estava molhada e excitada. Uma visão deliciosa. Não percebeu se ela estava completamente depilada, pois estava deitada no sofá, mas era óbvio que cuidava a área em redor dos lábios. Passou os dedos levemente e percebeu que era praticamente tão suave quanto a seda dos calções que lhe tira tirado há segundos!
Tiago resistiu ao desejo de ir directo para a fenda brilhante dela e, em vez disso, voltou a posicionar-se junto ao seu rabo. Massajou ao de leve as nádegas e fez as mãos descerem pelo interior das coxas muito ao de leve, tocando praticamente só com a ponta dos dedos. Repetiu esse gesto, para baixo e para cima, várias vezes, enquanto Ana gemia e arqueava ligeiramente as costas. Passou então as costas da mão direita pelos lábios molhados. Primeiro ao de leve. Depois de forma mais evidente. Ana gemeu mais alto. Tiago tinha a certeza que ela estava a ter tanto prazer quanto ele neste jogo. Moveu o seu polegar direito de um lado para o outro para separar os seus lábios e, depois de uma pequena pausa, introduziu-o dentro dela. Estava molhada e quente…"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

# 514

Fotografia de autor desconhecido


"Tiago obedeceu, ajudando a fazer a blusa sair pela cabeça gentilmente, tendo o cuidado de não a enrolar no longo cabelo loiro que pendia sobre o braço do sofá.
Voltou então à massagem das costas. Agora podia ver todo o contorno do seu tronco e era absolutamente admirável. Os seus pensamentos eram vários e misturavam-se sem grande sentido. Por um lado estava impressionado na forma como tinha entrado naquela situação. Por outro estava quase emocionado pela beleza que aquela mulher, de costas, emanava!
Enquanto massajava as suas costas, continuava levando os polegares para cima e para baixo na sua coluna, com os restantes dedos nas laterais do corpo. Quando vinha para baixo, sentia o contorno da sua cintura e até um pouco da sua barriga. Quando subia, chegava a um ponto onde sentia perfeitamente as laterais dos seus seios, rijos e pressionados contra o sofá. Aí ela gemia sempre um pouco mais o que o deixava a um passo da loucura… 
Chegou a altura de massajar onde os calções atrapalhavam. A sua cintura fina evidenciava um rabo bem torneado. Um rabo que Tiago estava desesperado por ter nas suas mãos! E quanto mais ele a massajava, mais ele empurrava os limites. Ana gemia baixinho e ele tinha a certeza que ela estava a gostar tanto ou mais do que ele. Isso ficou claro quando ela disse: “Isso é muito bom!” E depois perguntou: “Podes ir um pouco mais abaixo?
Nesse ponto as mãos de Tiago estavam na base das suas costas, logo acima da linha da cintura dos seus minúsculos calções de seda.
Claro que posso!”, respondeu.
Reposicionou-se um pouco mais atrás, em cima dos joelhos.
Puxou os calções um pouco para baixo e começou a massajar já entre a parte inferior das costas e a parte superior do rabo. Ana gemia mais alto e Tiago moveu suas mãos por todas as costas dela, desde os ombros, passando pelas omoplatas e pescoço, até à parte superior do rabo, fazendo até os polegares deslizarem por dentro dos calções. Era evidente a respiração acelerada de Ana, fazendo o tronco subir e depois descer devagar ao som dos seus gemidos. Ia repetindo estes movimentos e os polegares cada vez entravam mais dentro dos calções.
Então decidiu ir mais além. Colocou uma mão em cada nádega e apertou-as ligeiramente. Depois massajou-as descendo um pouco para as coxas e voltando a subir, entrando dentro dos largos calções.
Mmmmmmmmmm, sim… Isso é muito bom!”, disse ela.
Tiago sentiu-se em casa. Era isso que queria ouvir. Tinha a certeza onde isto acabaria porque já tinham passado há algum tempo o ponto de não retorno. Era só levá-la ao ponto de rebuçado…"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"