sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

# 516

Fotografia de autor desconhecido


"Rodou a mão e meteu a palma da mão por baixo dela para que os seus dedos ficassem entre o clitóris e o sofá. Começou a trabalhar o polegar contra as macias paredes internas enquanto simultaneamente fazia a mão passar no seu pequeno clitóris. Ana balançava os quadris para a frente e para trás seguindo o ritmo da sua mão. Sua respiração estava cada vez mais pesada e os seus gemidos estavam mais altos, sendo perfeitamente audíveis em qualquer parte da casa.
Mmmm, Deus, isso é incrível. Não pares”, Ana pediu.
Colocou os dedos indicador e médio da mão esquerda na boca, para lubrificá-los um pouco, retirou o polegar e substituí-o rapidamente pelos dois dedos da mão esquerda. Seus dedos foram mais fundo, atingindo zonas ainda não tocadas de Ana e ela soltou um gemido muito alto.
"OH SIIIIMMMMMMMM! ... Vai mais fundo!", implorou ela.
Tiago estava excitado mas, ao mesmo tempo, completamente concentrado em fazê-la ter prazer no que estava a acontecer. Tinha essa missão na cabeça em primeiro lugar. Deslizou os dedos para dentro e para fora enquanto continuava a estimular o clitóris em movimentos circulares com a mão direita. Todo o tempo aplicando uma pressão suficiente para estimulá-la mas não ao ponto de deixá-la com o clitóris sensível! Tinha a sensação que Ana estava perto de ter um orgasmo. Ela também fazia pressão contra a sua mão. Introduziu então um terceiro dedo que entrou com facilidade. Ela estava encharcada e devia estar a ter um orgasmo a qualquer momento.
Vamos, Ana… Vem-te para mim”, pediu Tiago.
Estou quase! Vai fundo, não pares!”, murmurou entre dentes!
Tiago tentou colocar um quarto dedo mas ficou difícil. Decidiu então aumentar a cadência e ir tão fundo quanto conseguia para ver se ela tinha um orgasmo. Ela já não parava quieta e o seu rabo rodava sobre os quadris enquanto gemia de prazer. Mas não se vinha!
Foda-se! Não consigo vir-me! Preciso que me fodas. Vá, fode-me!”, exigiu Ana!
Tiago ficou surpreendido com as palavras mas foi uma agradável surpresa. Tirou a mão de dentro dela e levantou-se. Tirou os jeans, os boxer e as meias em questão de segundos, enquanto ela se levantava.
Vira-te!”, disse!
Ana virou-se e colocou as mãos nas costas do sofá e os joelhos na beira do assento. Ele olhou-a… Queria tanto fodê-la mas ajoelhou-se no chão e ficou com a cara à altura do rabo dela. Podia sentir o seu cheiro mesmo à distância. Cheirava suficientemente bem para comer… Adorava lamber uma boa cona molhada e não havia como resistir naquele momento!"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

Sem comentários:

Enviar um comentário