"Rodou a mão e meteu a palma da mão por baixo dela
para que os seus dedos ficassem entre o clitóris e o sofá. Começou a trabalhar
o polegar contra as macias paredes internas enquanto simultaneamente fazia a
mão passar no seu pequeno clitóris. Ana balançava os quadris para a frente e
para trás seguindo o ritmo da sua mão. Sua respiração estava cada vez mais
pesada e os seus gemidos estavam mais altos, sendo perfeitamente audíveis em
qualquer parte da casa.
“Mmmm, Deus, isso é incrível. Não pares”, Ana
pediu.
Colocou os dedos indicador e médio da mão esquerda
na boca, para lubrificá-los um pouco, retirou o polegar e substituí-o
rapidamente pelos dois dedos da mão esquerda. Seus dedos foram mais fundo,
atingindo zonas ainda não tocadas de Ana e ela soltou um gemido muito alto.
"OH SIIIIMMMMMMMM! ... Vai mais fundo!",
implorou ela.
Tiago estava excitado mas, ao mesmo tempo,
completamente concentrado em fazê-la ter prazer no que estava a acontecer.
Tinha essa missão na cabeça em primeiro lugar. Deslizou os dedos para dentro e
para fora enquanto continuava a estimular o clitóris em movimentos circulares
com a mão direita. Todo o tempo aplicando uma pressão suficiente para
estimulá-la mas não ao ponto de deixá-la com o clitóris sensível! Tinha a
sensação que Ana estava perto de ter um orgasmo. Ela também fazia pressão
contra a sua mão. Introduziu então um terceiro dedo que entrou com facilidade.
Ela estava encharcada e devia estar a ter um orgasmo a qualquer momento.
“Vamos, Ana… Vem-te para mim”, pediu Tiago.
“Estou quase! Vai fundo, não pares!”, murmurou
entre dentes!
Tiago tentou colocar um quarto dedo mas ficou
difícil. Decidiu então aumentar a cadência e ir tão fundo quanto conseguia para
ver se ela tinha um orgasmo. Ela já não parava quieta e o seu rabo rodava sobre
os quadris enquanto gemia de prazer. Mas não se vinha!
“Foda-se! Não consigo vir-me! Preciso que me
fodas. Vá, fode-me!”, exigiu Ana!
Tiago ficou surpreendido com as palavras mas foi
uma agradável surpresa. Tirou a mão de dentro dela e levantou-se. Tirou os
jeans, os boxer e as meias em questão de segundos, enquanto ela se levantava.
“Vira-te!”, disse!
Ana virou-se e colocou as mãos nas costas do sofá
e os joelhos na beira do assento. Ele olhou-a… Queria tanto fodê-la mas
ajoelhou-se no chão e ficou com a cara à altura do rabo dela. Podia sentir o
seu cheiro mesmo à distância. Cheirava suficientemente bem para comer… Adorava
lamber uma boa cona molhada e não havia como resistir naquele momento!"
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"

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