sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

# 515

Fotografia de autor desconhecido


"Fez então deslizar as mãos de fora para dentro sobre as nádegas. Foi aí que percebeu que ela não trazia calcinhas. A única coisa que o separava de sua vagina era um pedaço muito fino de seda. Manteve a massagem, alternado entre descer e subir pelas coxas e o deslizar de fora da dentro sobre as nádegas, fazendo os polegares deslizarem pelo rego. Cada vez mais devagar, quando percebeu que isso aumentava-lhe o prazer. Depois acrescentou o interior das coxas, uma zona muito sensível, e que fez Ana começar a mexer-se mais. De vez em quando apertava as nádegas e afastava-as, ouvindo perfeitamente o despegar dos lábios vaginais pegados pela sua óbvia excitação. 
Ana gemia sem parar, sempre que expirava. Estava completamente excitada. Os seus gemidos estavam a ficar um pouco mais altos e sua respiração era pesada. Aproximou as mãos do centro das nádegas e apertou com força.
"Mmmmm, eu gosto disso", exclamou.
"Não sabia se gostavas", disse Tiago.
"Gosto! Está óptimo, eu gosto assim." E depois duma pequena pausa: “Gosto muito!”
Tiago continuou a massajá-la, excitadíssimo, com uma mulher que tinha praticamente metade da sua idade, na flor da idade… Podia ser sua filha… Mas afastou esses pensamentos e decidiu ir até ao fim da “coisa”! Ela não tinha dado nenhum sinal para que parasse, antes pelo contrário! Retirou as mãos de dentro dos calções e colocou-as de lado, nas ancas. Começou então a puxa-los para baixo, muito devagar enquanto ela gemia. Quando ela levantou os quadris, ele sorriu e o coração disparou. Aqui estava um sinal claro que ela permitia, que ela queria, que lhe tirasse os calções.
Tiago recuou lentamente pelas pernas dela e, mais lentamente ainda, foi fazendo os calções deslizar, primeiro pelo rabo e depois pelas pernas. Levantou-se do sofá para acabar de retirar os calções e voltou ao sofá, ajoelhando-se junto aos seus pés. Ali estava Ana, toda nua, deitada no sofá, exibindo um corpo de deusa “do outro mundo”. Uma verdadeira maravilha da natureza!
Afastou gentilmente as suas pernas e Ana seguiu o seu gesto separando as pernas levemente enquanto ele subia pelo sofá entre as pernas dela. E afastou-as um pouco mais quando ele alcançou novamente o seu rabo. Finalmente pôde perceber o quanto ela estava molhada e excitada. Uma visão deliciosa. Não percebeu se ela estava completamente depilada, pois estava deitada no sofá, mas era óbvio que cuidava a área em redor dos lábios. Passou os dedos levemente e percebeu que era praticamente tão suave quanto a seda dos calções que lhe tira tirado há segundos!
Tiago resistiu ao desejo de ir directo para a fenda brilhante dela e, em vez disso, voltou a posicionar-se junto ao seu rabo. Massajou ao de leve as nádegas e fez as mãos descerem pelo interior das coxas muito ao de leve, tocando praticamente só com a ponta dos dedos. Repetiu esse gesto, para baixo e para cima, várias vezes, enquanto Ana gemia e arqueava ligeiramente as costas. Passou então as costas da mão direita pelos lábios molhados. Primeiro ao de leve. Depois de forma mais evidente. Ana gemeu mais alto. Tiago tinha a certeza que ela estava a ter tanto prazer quanto ele neste jogo. Moveu o seu polegar direito de um lado para o outro para separar os seus lábios e, depois de uma pequena pausa, introduziu-o dentro dela. Estava molhada e quente…"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

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