sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

# 514

Fotografia de autor desconhecido


"Tiago obedeceu, ajudando a fazer a blusa sair pela cabeça gentilmente, tendo o cuidado de não a enrolar no longo cabelo loiro que pendia sobre o braço do sofá.
Voltou então à massagem das costas. Agora podia ver todo o contorno do seu tronco e era absolutamente admirável. Os seus pensamentos eram vários e misturavam-se sem grande sentido. Por um lado estava impressionado na forma como tinha entrado naquela situação. Por outro estava quase emocionado pela beleza que aquela mulher, de costas, emanava!
Enquanto massajava as suas costas, continuava levando os polegares para cima e para baixo na sua coluna, com os restantes dedos nas laterais do corpo. Quando vinha para baixo, sentia o contorno da sua cintura e até um pouco da sua barriga. Quando subia, chegava a um ponto onde sentia perfeitamente as laterais dos seus seios, rijos e pressionados contra o sofá. Aí ela gemia sempre um pouco mais o que o deixava a um passo da loucura… 
Chegou a altura de massajar onde os calções atrapalhavam. A sua cintura fina evidenciava um rabo bem torneado. Um rabo que Tiago estava desesperado por ter nas suas mãos! E quanto mais ele a massajava, mais ele empurrava os limites. Ana gemia baixinho e ele tinha a certeza que ela estava a gostar tanto ou mais do que ele. Isso ficou claro quando ela disse: “Isso é muito bom!” E depois perguntou: “Podes ir um pouco mais abaixo?
Nesse ponto as mãos de Tiago estavam na base das suas costas, logo acima da linha da cintura dos seus minúsculos calções de seda.
Claro que posso!”, respondeu.
Reposicionou-se um pouco mais atrás, em cima dos joelhos.
Puxou os calções um pouco para baixo e começou a massajar já entre a parte inferior das costas e a parte superior do rabo. Ana gemia mais alto e Tiago moveu suas mãos por todas as costas dela, desde os ombros, passando pelas omoplatas e pescoço, até à parte superior do rabo, fazendo até os polegares deslizarem por dentro dos calções. Era evidente a respiração acelerada de Ana, fazendo o tronco subir e depois descer devagar ao som dos seus gemidos. Ia repetindo estes movimentos e os polegares cada vez entravam mais dentro dos calções.
Então decidiu ir mais além. Colocou uma mão em cada nádega e apertou-as ligeiramente. Depois massajou-as descendo um pouco para as coxas e voltando a subir, entrando dentro dos largos calções.
Mmmmmmmmmm, sim… Isso é muito bom!”, disse ela.
Tiago sentiu-se em casa. Era isso que queria ouvir. Tinha a certeza onde isto acabaria porque já tinham passado há algum tempo o ponto de não retorno. Era só levá-la ao ponto de rebuçado…"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

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