"Meteu a cabeça no rabo dela e enterrou a língua até
onde conseguiu. Automaticamente ficou com a boca toda molhada. Lambeu-a!
“Oooohhhh…”, gemeu Ana.
Continuou a explorá-la com a língua… Dentro, ao
redor, mais a baixo, mais a cima… Lambeu o mais baixo possível em seus lábios,
usando as mãos para separar as suas nádegas para ter o maior acesso possível ao
seu pequeno pedaço quente. Lambeu todo o caminho até à entrada da vagina, todo
o caminho até ao seu buraco enrugado e aí mesmo. Ana soltou um gemido mais
alto! Começou então a concentrar-se aí enquanto deslizava os dedos da mão
esquerda para dentro da sua vagina. Fodeu-a com os dedos enquanto lhe lambia o ânus.
“Ooooohhhh… Meu Deus! Meu Deus! Ooooohhh… Isto
parece… Aaaahhh! Incrível!”
Isto trazia-lhe novas sensações. Continuou a
trabalhar à volta do ânus com a mão direita e a língua enquanto a fodia com os
dedos da mão esquerda. Demorou uns minutos nisto enquanto ela gemia e “dançava”
de prazer, até que começou a ficar cansado da língua. Estava desesperado por a
foder. Pegou no pau com a mão direita e esfregou-o um pouco para ficar tão duro
quanto possível. Estava duro e duvidava que ficasse mais…
Levantou-se, tirou a camisa e foi em direcção ao
rabo perfeito que estava ali à sua espera. Ana estava incrível, com as
omoplatas quase visíveis nas costas tonificadas, com a coluna a descer até à
cintura consistente e fina, e a perder-se nos quadris um pouco mais largos e no
rabo perfeito. “Será que ela me deixa foder este cu divinal?”, pensou.
Pegou no seu pau e posicionou-o com a cabeça
encostada aos seus lábios vaginais. Deslizou lentamente para cima e para baixo
e ela gemeu. Queria muito fodê-la mas quis continuar este jogo com ela…
Empurrou os quadris até que a cabeça entrasse até meio. Ela voltou a gemer.
Depois aliviou e a cabeça voltou a sair. Fê-la deslizar para cima, para os
lados, para baixo… e empurrou novamente um pouco. Novo gemido alto. O longo
cabelo louro dela dançava sobre as suas costas, não se definindo entre a
esquerda e a direita. Meteu o indicador esquerdo na boca e introduziu-o devagar
no rabo. Ela endireitou-se e soltou um longo “Aaaaaahhhhhhh!”
“Magoei-te?”, perguntou.
“Não!”, disse! “Não estou habituada…”
Tiago tirou o dedo.
“Não! Deixa estar. É bom…”, disse. “Até agora
gosto!”
Ele voltou a apontar o dedo e introduziu-o devagar
ao mesmo tempo que avançou novamente com os quadris…
“Estás a deixar-me louca!”, disse enquanto voltava
a levantar as costas… “Olha que não respondo por mim…”"
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"

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