"Natália foi até ele, agarrou-lhe a cabeça com as
duas mãos e, antes de o beijar na face, perguntou-lhe ao ouvido: “O que achas
do que tenho vestido?”
Tiago baixou-se um pouco e segredou-lhe: “Gosto!
Muito! Não deve ser pratico para usar no dia-a-dia mas gosto muito”, disse-lhe
sorrindo. “Mas temos de conversar sobre isso, um dia destes!”, rematou.
Nesta altura já tinha a mão esquerda sobre o
mamilo erecto de Beatriz e fazia pequenos gestos sobre ele, incluindo
beliscando-o. Ela gemia, esfregava-se na sua perna, contorcia-se e beijava-lhe
o ombro.
Carolina foi até ele também e, finalmente, beijou-o
como devia ser, introduzindo-lhe a língua na boca e lutando contra a dele.
Estavam agora as quatro de volta dele, todas lindas de uma maneira quase desprezível, com suas
roupas íntimas mas quase nuas. Beatriz e Susana estavam penduradas nos seus braços,
tacteando seu rabo e sentido suas mãos. Ambas estavam esfregando suas zonas
erógenas nas suas coxas. Beatriz pressionava seu mamilo exposto nos seus dedos
e Susana chupava o seu dedo saboroso, Carolina beijava-o apaixonadamente e
Natália passava a mão sobre a sua barriga tensa e descia-a até atingir a zona
coberta com os seus pêlos púbicos. Nem nos seus melhores sonhos…
Carolina pegou na sua cabeça e puxou-a até a
espetar nos seus peitos. Balançou o peito para a frente e para trás até o seu
nariz estar enterrado no meio deles. As quatro riram alto. Tiago agarrava agora
o peito esquerdo de Beatriz. Descaradamente. Já tinha percebido que se tinha
passado a uma outra fase e, mesmo não tendo a certeza do fim que teria, o
caminho era por ali… mesmo que ainda se sentisse um pouco envergonhado por
estar fazendo isto na frente das suas tias. Mas não podia evitá-lo, nem queria
fazê-lo. Retirou as mãos dela e de Susana, segurou Carolina pela cintura nua e
esfregou as bochechas nos seus belos peitos. Meteu um mamilo na boca e passou
os dentes sobre ele, levando-a a dar um gritinho. Passou para o outro
mamilo e lambeu-o. Alguém deu uma gargalhada e todas aplaudiram o comportamento
obsceno de ambos.
Beatriz olhou
para a tanga inchada de Tiago e perguntou: "O que tens aqui, sobrinho, uma
lanterna?" Todas riram e aplaudiram novamente quando sentiram o “monstro”
mexer-se. Estava tão teso que esticava a calcinha minúscula deixando um espaço
significativo entre a cintura e a tanga. Os pêlos púbicos eram nitidamente
visíveis e até tinha a sensação que uma das suas bolas estava pendurada de fora
da tanga. Beatriz, descaradamente, estendeu a mão e retirou o seu pau de dentro
da calcinha, apertando-o e esfregando-o. Susana baixou-se e agarrou-o também.
As mãos das duas brigaram brevemente pelo poder de o ter até que uma agarrou o
lado direito da calcinha, e a outra agarrou o outro lado, e elas começaram a
puxá-la para baixo, devagar, expondo tudo o que havia para ser exposto. Assim
que passou dos joelhos, largaram-na e a tanga caiu aos seus pés. Natália soltou
um “uau” quando percebeu que ele estava nu e olhou-o nos olhos sorrindo. Beatriz
e Susana começaram a puxá-lo suavemente, fazendo aparecer a sua cabeça.
Carolina
e Natália estavam à sua frente e começaram a dançar de uma forma sensual. Tiago
olhava para elas, com o seu membro apontando na sua direcção, enquanto Beatriz
e Susana lhe faziam “um trabalho de mão”.
Olhava os peitos de Carolina e de Natália enquanto dançavam sensualmente e lhe
davam ainda mais tesão, se isso fosse
possível. Seguravam-se uma à outra pelas ancas, subindo e descendo as mãos como
que a acariciarem-se."
in "A festa de lingerie da tia Natália"

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