"Aqui
vou eu!", alertou Natália da porta do banheiro. Tiago estava em “pulgas”
para ver como vinha a tia Natália. Notava-se pela voz algum nervosismo e que já
estava um pouco para lá do seu normal. Ela apareceu finalmente na sala e
caminhava muito devagar mas com a mesma passada que tinha usado anteriormente.
Usava algo que nunca tinha visto. Era uma espécie de sutiã que parecia em couro
e com correntes prateadas que na realidade não escondiam nada. Vinha com os
seus peitos completamente à mostra. A peça tinha uma coleira de couro preto,
com argolas prateadas à volta, e da coleira saiam três tiras do mesmo material
que desciam pelo decote. As duas tiras laterais desciam como se de alças se
tratassem e passavam para as costas um pouco acima da cintura, por baixo dos
braços, mais ou menos na base dos peitos. A outra pequena tira de couro,
central, descia a direito e terminava num grande argola prateada que se
posicionava ligeiramente acima da altura dos peitos. Entre a argola e as tiras
laterais estavam as várias correntes prateadas, em curva, que faziam o efeito
estético das copas do sutiã, mas que na realidade nem escondiam nada, nem
suportavam peito algum – não que Natália precisasse muito disso. Em baixo usava
uns pequenos calções, do mesmo material, muito parecidos com os que Beatriz
tinha usado na primeira passagem, com dois botões prateados por cima de cada
virilha que permitiam tirá-los sem precisar de os despir. Calçava umas botas de
cano curto, também pretas, com grandes saltos e usava umas meias pretas que iam
quase até aos calções e seguravam-se sozinhas. Tudo aquilo dava uma visão ao
conjunto altamente “fode-me”!
Tiago
sentiu os joelhos tremerem e da boca de Susana e Beatriz surgiu pequeno “uau”! E
ele completou: “Uau mesmo!” Só lhe apetecia pegar no pau e começar a
masturbar-se. Sentia o pénis pulsar dentro da tanga. Aquilo era demais para
ele. Ela caminhava batendo os pés e era acompanhada pelo tilintar das correntes
que balouçavam com os movimentos que fazia. Quando ela chegou mais perto dele,
percebeu que poucos pêlos púbicos saiam pelos calções. Um pouco em cima, talvez
um centímetro, porque eram realmente uns calções muito rebaixados, mas nada
mais. E quando ela deu várias voltas, mostrando as costas, percebeu que a peça
tinha argolas em várias posições. Aquilo devia ter uma finalidade qualquer que
o ultrapassava mas que o deixou deveras curioso.
Tiago
voltou-se para Susana, sem lhe tirar a mão do rabo nem deixar de a estimular, e
perguntou: “Então tia? Não se vai trocar também?”
“A
minha outra peça é igual a esta, só de outra cor”, justificou-se. “Não vais ver
nada que não estejas a ver agora. Além disso, sobrinho, estou muito bem aqui”,
concluiu rindo-se!
“Mas
devia ir na mesma”, disse Tiago entre os dentes, meio desiludido. Afinal ela
tinha prometido… Mas depressa deixou de pensar nisso porque vinha aí outra
passagem…"
in "A festa de lingerie da tia Natália"

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