"Natália
sentou-se em frente a Tiago mas de modo a poder vê-lo. Estava curiosa para ver
como o sobrinho “dava conta” das duas cunhadas mais velhas – mulheres maduras,
com mais do dobro da sua idade. Não podia deixar de pensar como era
impressionante o rumo que a festa tinha tomado depois da chegada do miúdo!
"Atenção,
meninas!", gritou Carolina, saindo do canto escuro da sala. Todos olharam
para a loira saindo da penumbra. Usava um espartilho preto do mesmo material da
lingerie de Natália que começava numas copas de sutiã em prateleira, sem alças,
que sustinham os seus peitos só pela sua base, e acabava a cerca de um dedo do
umbigo. Do meio das copas, entre os peitos, saía uma tira que subia pelo decote
e acabava num colar, tudo do mesmo tecido, com tachas prateadas. Em baixo usava
umas calcinas, uma espécie de tanga um pouco mais larga excepto na parte que
saía do triângulo traseiro e desaparecia entre as nádegas, também no mesmo
tecido. Havia um botão prateado por cima de cada virilha, como nos calções de
Natália, que provavelmente servia para o mesmo efeito. Vinha montada numas
botas quase até ao joelho, em couro preto, com uns saltos enormes que a
“transformava” num “monstro de mulher”, e trazia umas meias que pareciam iguais
às de Natália. Se o conjunto da cunhada dava uma visão “fode-me”, este ia mais
além. Era uma visão “fode-me toda e com força”! Estavam na presença do que se
podia designar uma “mulher fatal”!
O
queixo de Tiago caiu e ficou a olhá-la de boca aberta, enquanto as outras
mulheres exclamaram um audível “UAU”… Os peitos de Carolina estavam sentados
sobre a prateleira, expondo toda a sua glória monumental. E eram simplesmente
adoráveis. Até o evidente contraste entre o escuro do que parecia ser couro, o
branco da pele não bronzeada e o marrom escuro das suas aréolas e dos seus
mamilos espetados só melhorava todo o quadro, em todos os sentidos. Em baixo,
os dez centímetros de largura do tecido expunham alguns cabelos púbicos de cada
lado tornando evidente que ela não era uma loira natural. Enquanto desfilava
devagar, a prateleira continha o movimento natural dos peitos, só os deixando
balançar ligeiramente.
Beatriz comentou: "Hummm, acho que
deveríamos ter trazido um pacote de lâminas de barbear connosco", o que fez
todas rirem-se.
Tiago
estava deslumbrado e não pode deixar de se perguntar se, na sua juventude, com
o treinamento adequado, ela não poderia ter sido uma modelo com aquelas pernas
longas e seios empinados. Ou talvez uma estrela pornográfica.
A roupa erótica e o show de Carolina distraíram momentaneamente Tiago do facto de que
os seios grandes e quase nus de sua tia Susana se estavam a esfregar no seu braço
enquanto ela o apalpava descaradamente, chegando mesmo a meter a mão por dentro
da tanga e indo até ao fundo do rego. Tirou sua mão do seu rabo e levou-a até
ao pescoço, massajando-lhe a nuca. Beatriz continuava a massajar-lhe a perna e
a roçar-se de forma provocatória, enquanto beijava e lambia o seu ombro esquerdo,
mas não tinha ainda tido coragem de tocar de forma evidente no seu pénis. Ele fazia
a mão deslizar na sua cintura e por vezes subia o suficiente para sentir a
lateral do seu peito. Já tinha conseguido apalpar de forma evidente alguns rabos,
mas ainda não estava suficientemente confiante para avançar para outras partes
no meio da “multidão” que eram as suas quatro tias. Mas queria tanto que estava
disposto a tentar. Por isso subiu a mão esquerda e provocou um pouco a lateral
do peito esquerdo de Beatriz, ficando à espera de alguma reacção negativa, que
não aconteceu.
Carolina sentou-se junto a Natália, à sua
frente. Trocavam segredinhos e provocavam-no, abrindo e fechando as pernas –
infelizmente, para ele, aquele tecido não era transparente! – fazendo os peitos
dançarem quando abanavam os ombros e se riam para ele. Depois levantaram-se e
colocaram-se de joelhos nas cadeiras, com os rabos expostos aos seu olhar. O
rabo de Carolina estava praticamente nu, com apenas a pequena corda que saída
do meio das suas nádegas e o minúsculo triângulo de material que pegava a tira
de material que ligava à parte da frente da peça. A parte não bronzeada do seu
rabo mostrava que na praia usava um pouco mais de material do que ali. E era um
pouco significativo… As suas coxas eram espectaculares, metidas entre as botas,
as meias e a minúscula tanga.
Quer Carolina, quer Natália, tinham a perfeita
noção que ele estava um pouco atrapalhado, com tanto rabo, tanta perna, tanto
peito ali tão perto… e ele só com duas mãos. E isso excitava-as ainda mais.
Sorriram uma para a outra, deliciadas com a cena, e para ele também. Natália
piscava-lhe o olho de vez em quando. Tudo o que conseguiu fazer foi sorrir
também, tentando dar a ideia que estava a controlar a situação. Mas os três
sabiam que não era assim.
Entretanto lembrou-se de Beatriz e de Susana.
Fez deslizar um pouco a mão esquerda em direcção ao peito de Beatriz e deslizou
a mão direita até ficar na face de Susana, como se lhe estivesse a fazer
festas. Tentou perceber se Beatriz estava bem com a situação mas ela não fez
nada que o fizesse retirar a mão da base da sua mama. Susana voltou a cabeça e
engoliu o seu dedo médio. Começou a chupá-lo e a lambê-lo, provando-se a si
própria."
in "A festa de lingerie da tia Natália"

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