"Fez então deslizar as mãos de fora para dentro
sobre as nádegas. Foi aí que percebeu que ela não trazia calcinhas. A única
coisa que o separava de sua vagina era um pedaço muito fino de seda. Manteve a
massagem, alternado entre descer e subir pelas coxas e o deslizar de fora da
dentro sobre as nádegas, fazendo os polegares deslizarem pelo rego. Cada vez
mais devagar, quando percebeu que isso aumentava-lhe o prazer. Depois
acrescentou o interior das coxas, uma zona muito sensível, e que fez Ana
começar a mexer-se mais. De vez em quando apertava as nádegas e afastava-as,
ouvindo perfeitamente o despegar dos lábios vaginais pegados pela sua óbvia excitação.
Ana gemia sem parar, sempre que expirava. Estava
completamente excitada. Os seus gemidos estavam a ficar um pouco mais altos e
sua respiração era pesada. Aproximou as mãos do centro das nádegas e apertou
com força.
"Mmmmm, eu gosto disso", exclamou.
"Não sabia se gostavas", disse Tiago.
"Gosto! Está óptimo, eu gosto assim." E
depois duma pequena pausa: “Gosto muito!”
Tiago continuou a massajá-la, excitadíssimo, com
uma mulher que tinha praticamente metade da sua idade, na flor da idade… Podia
ser sua filha… Mas afastou esses pensamentos e decidiu ir até ao fim da
“coisa”! Ela não tinha dado nenhum sinal para que parasse, antes pelo
contrário! Retirou as mãos de dentro dos calções e colocou-as de lado, nas
ancas. Começou então a puxa-los para baixo, muito devagar enquanto ela gemia.
Quando ela levantou os quadris, ele sorriu e o coração disparou. Aqui estava um
sinal claro que ela permitia, que ela queria, que lhe tirasse os calções.
Tiago recuou lentamente pelas pernas dela e, mais lentamente
ainda, foi fazendo os calções deslizar, primeiro pelo rabo e depois pelas
pernas. Levantou-se do sofá para acabar de retirar os calções e voltou ao sofá,
ajoelhando-se junto aos seus pés. Ali estava Ana, toda nua, deitada no sofá,
exibindo um corpo de deusa “do outro mundo”. Uma verdadeira maravilha da
natureza!
Afastou gentilmente as suas pernas e Ana seguiu o
seu gesto separando as pernas levemente enquanto ele subia pelo sofá entre as
pernas dela. E afastou-as um pouco mais quando ele alcançou
novamente o seu rabo. Finalmente pôde perceber o quanto ela estava molhada e
excitada. Uma visão deliciosa. Não percebeu se ela estava completamente
depilada, pois estava deitada no sofá, mas era óbvio que cuidava a área em
redor dos lábios. Passou os dedos levemente e percebeu que era praticamente tão
suave quanto a seda dos calções que lhe tira tirado há segundos!
Tiago resistiu ao desejo de ir directo para a
fenda brilhante dela e, em vez disso, voltou a posicionar-se junto ao seu rabo.
Massajou ao de leve as nádegas e fez as mãos descerem pelo interior das coxas
muito ao de leve, tocando praticamente só com a ponta dos dedos. Repetiu esse
gesto, para baixo e para cima, várias vezes, enquanto Ana gemia e arqueava
ligeiramente as costas. Passou então as costas da mão direita pelos lábios
molhados. Primeiro ao de leve. Depois de forma mais evidente. Ana gemeu mais
alto. Tiago tinha a certeza que ela estava a ter tanto prazer quanto ele neste
jogo. Moveu o seu polegar direito de um lado para o outro para separar os seus
lábios e, depois de uma pequena pausa, introduziu-o dentro dela. Estava molhada
e quente…"
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"



