sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

# 512

Gif retirado da net


"No meio dos seus pensamentos, sentiu Ana a empurrar delicadamente a sua virilha com os dedos do pé. Não fez nada e continuou a massajar… Depois de mais alguns minutos massajando o pé de Ana e ela esfregando a sua virilha, ela mudou de técnica. Em vez de usar os dedos dos pés para empurrar, o que Tiago tinha assumido ser algo involuntário, ela começou a esfregar o pé todo para cima e para baixo no seu pau erecto, através dos seus jeans, enquanto ainda empurrava os seus dedos nele. Tudo o que Tiago conseguiu pensar foi “foda-se!”. Ela estava a fazer com um só pé o que algumas mulheres tinham dificuldade em conseguia fazer com duas mãos! Estava maravilhado!
Mais alguns minutos se passaram e Ana não diminuiu o ritmo, gemendo agora um pouco mais alto. De repente apercebeu-se que não era Ana que gemia mais alto mas sim ele que gemia também e estava excitadíssimo. E por mais que gostasse disso, não queria vir-se dentro das calças enquanto fazia uma massagem de pés na mulher de um amigo… vá, conhecido!
Decidiu parar a massagem enquanto era tempo e poderia explicar tudo isto como uma inocente massagem de pés. Parou abruptamente, o que levou Ana a acidentalmente esticar a perna e acertar-lhe com mais força! Estava com dificuldade em pensar e ser racional. Colocou o pé de Ana no sofá e afastou-se tudo o que o espaço no sofá permitiu, perguntando-lhe: “Os teus pés estão melhores agora?”
“Sim, muito melhor obrigado. Eu gostaria que fosse mais tempo…” disse, sorrindo e fazendo uma pausa e alguns segundos de silêncio. “Vou ver como está o Diogo… Podes beber mais um pouco?”, pediu ela.
E rapidamente, quase num salto, levantou-se e saiu em direcção ao quarto onde estava o marido.
Tiago estava sem conseguir juntar três ideias seguidas… Pensou no “podes” em vez do “queres”, que seria o normal perguntar… Tinha realmente a boca seca pelo que levantou-se do sofá, tirou o outro sapato, dirigiu-se à cozinha e pegou as bebidas. Outra cerveja para si, a garrafa de vinho para encher o copo dela… Sentia as calças apertadas duma maneira nada comum. Voltou ao seu lugar, ajeitou-se, e sentou-se. Podia ouvir a Ana no quarto, de um lado para outro, e perguntou-se o que ela diria quando voltasse. Pensou que o melhor era ir para casa e pegou no telefone. Abriu a aplicação do Uber e então ouviu a voz da Ana.
“Ele está completamente out! Não vou ter notícias dele até a meio da tarde”, disse enquanto entrava na sala."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

# 511

Fotografia de autor desconhecido


"Tiago era um apreciador de pés femininos… Uns pés bonitos nuns sapatos como os que Ana tinha tido calçados era das coisas mais sexy para ele. E os pés dela eram bonitos, com os dedos dos pés pintados dum vermelho carmesim, para combinar com as unhas das mãos e o batom.
“Queres que te faça uma massagem?”, disse Tiago de uma forma brincalhona, esperando que ela, educadamente, recusasse.
"Isso seria adorável", respondeu ela surpreendentemente e deixou-se escorregar no sofá até aos seus pés ficarem no colo de Tiago!
Tiago virou-se ligeiramente para a esquerda, dobrou a perna em cima do sofá e ficou praticamente voltado para Ana, apoiando as costas no apoio de braço do seu lado. Por sua vez, Ana usava o seu apoio como almofada. 
Pegou no pé direito dela e começou a massajar, começando pelo calcanhar e usando os polegares para exercer pressão na planta do pé. Sentiu-se surpreendido pela suavidade dos pés dela enquanto o perfume dela, pela proximidade, começou a envolve-lo.
Enquanto fazia a massagem ela soltou um gemido.
“Mmmmmmm, isso sabe tão bem!”
Tiago também achava…
Tudo aquilo começou a aquecê-lo. Não lhe tinha passado pela cabeça nada a não ser uma, eventual, massagem amigável nos pés… E o facto de ela ter dito que era bom não significava nada a não ser isso, era bom! E o facto de começar a sentir tesão não significava nada a não ser que estava a gostar também. Aquilo era uma massagem inocente nos pés de uma mulher casada!
Tiago começou a sentir a perna esquerda dormente. Tirou o sapato e esticou a perna no sofá, ao lado da perna direita de Ana, e aproveitou para mudar de pé massajado, colocando o direito em cima da sua perna esquerda e pegando no esquerdo de Ana, repetindo o que tinha feito no direito. Ana ia-se ajeitando de modo a que Tiago pudesse fazer a massagem o melhor possível, gemendo aqui e ali, de olhos fechados, deitada no sofá.
Enquanto massajava o pé esquerdo, o direito escorregou do cimo da sua perna direita e ficou firmemente apoiado na virilha. Tiago quase estremeceu, com medo que ela pudesse sentir que estava com tesão. Olhou na cara dela mas continuava impávida, gemendo baixinho e de olhos fechados. Isso tranquilizou-o momentaneamente. Pensou como seria quando a massagem acabasse. Com certeza ela perceberia a sua erecção se se levantasse…" 

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

# 510

Fotografia de autor desconhecido


"Tiago nunca a tinha visto assim! Normalmente andava com roupa desportiva e o cabelo apanhado. Ana tinha uma figura impressionante! Como treinadora de ténis, mantinha-se em forma, mas muito raramente exibia sua figura.
Tiago conseguiu sair do estado de estupefacção primeiro que Ana.
“Tive que ajudar o Diogo a vir para casa, pois abusámos um bocadinho e ele não ficou muito bem… Só estou à espera dum táxi."
Nunca tinha reparado nos seus seios!
Considerando que era tão enxuta e atlética, ela até tinha umas mamas muito jeitosas que sobressaíam no decote do top. Tiago estava com dificuldade em pensar… Imaginou como o seu rabo ficaria bem naquelas calças justas…
"Olá Tiago! Há quanto tempo… Não é surpresa que Diogo tenha abusado novamente. Ultimamente é onde gosta mais de gastar o nosso dinheiro”, disse enquanto entrava na sala sorrindo.
Ela parecia estar um pouco tocada também, mas de um bom humor que Tiago não estava a reconhecer.
"Espero que não te importes, mas servi-me de uma cerveja", disse-lhe!
"Claro que não me importo. Por que haveria de me importar? Queres outra e fazes-me companhia?”
"Sim, pode ser”, respondeu.
Tiago estava surpreso pela simpatia que Ana mostrava. Tinha pensado que ela não gostaria de o ter encontrado em sua casa, quase às três da manhã, sozinho, a beber cerveja sentado no seu sofá… Talvez fosse a bebida… Ou talvez só tivesse ouvido um lado da história e ela não fosse tão cabra quanto Diogo a fazia parecer...
"Acho que vou tomar uma taça de vinho", disse Ana, virando em direcção à cozinha para pegar as bebidas.
Tiago constatou que a sua anterior suposição estava correta; o rabo de Ana parecia incrível quando ela entrou na cozinha. Os jeans sustentavam o seu rabo empinado e Tiago deliciou-se em ver aquelas pequenas “bochechas” perfeitas.
Quando ela voltou, sentou-se na outra ponta do sofá e conversaram um pouco sobre suas noites. Tiago chegou à conclusão que talvez Diogo tivesse exagerado sobre o quanto ela era uma cabra e que Ana não havia mudado assim tanto como ele dizia… Por vezes os casais perdem-se, pensou ele lembrando o seu próprio casamento!
Disse que tinha ido a uma festa, que o Diogo não tinha querido ir por causa do jogo, que tinha dançado a noite quase toda e que os sapatos estavam “matando” seus pés. Dito isto, levantou o pé esquerdo e soltou o fecho do sapato, fazendo-o depois cair com um pequeno gesto. Repetiu o gesto para o pé direito mas pegou no sapato e colocou-o ao lado do outro. Virou-se para o lado onde Tiago estava, encostando-se ao braço do sofá, colocou os pés no sofá e exclamou:
“Assim está muito melhor!”"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

# 509

Cena retirada do filme "The Wolf Of Wall Street"


"Saíram de táxi para a casa de Diogo. Aí chegados, Tiago saiu do carro e ajudou Diogo a sair pelo lado dele. Perguntou se ele estava bem para entrar. Queria voltar no táxi e ir para casa. Diogo balbuciou algo que pareceu um sim. Antes de voltar para o carro, Tiago ficou a ver se ele seguia o seu caminho sem problemas, mas ele cambaleou, tropeçou e caiu no jardim em frente de casa. E não conseguiu se levantar!
Tiago pagou o táxi e ajudou Diogo a entrar na casa dele. Carregou-o até à porta do prédio e tocou à campainha. Duas ou três vezes e ninguém respondeu. Ou Ana não estava, ou estava a dormir… Procurou as chaves e encontrou-as no bolso das calças. Voltou a carrega-lo até à porta do apartamento e tocou novamente. Nada! Meteu a chave na fechadura e abriu a porta. Estava tudo às escuras. Acendeu a luz e carregou-o até ao quarto. Nem sinais da Ana. Largou-o na sua cama e tirou-lhe os sapatos, a camisa e os jeans. Meteu-o dentro da cama e tapou-o. Diogo estava ferrado e saiu do quarto. Foi à cozinha e serviu-se duma cerveja. Tentou pedir um transporte mas o telemóvel estava sem sinal… Passou pela varanda para ver se apanhava sinal mas nada. Tinha uma vista interessante. Notou que, como seria normal, àquela hora poucos apartamentos na vizinhança tinham luz.
Sentou-se no sofá, posou a cerveja numa mesinha de apoio ao lado do sofá e acendeu a televisão. Era uma sala enorme, com muito espaço e uma decoração minimalista. Apesar da televisão estar ligada não prestava atenção… Pensava em tudo aquilo que o Diogo lhe tinha dito… No facto da mulher não estar em casa a um sábado à noite, já quase às três da manhã… Tentava ver um paralelo entre isto e o que tinha sido o final do seu casamento há quase 10 anos atrás…
Estava nestes pensamentos quando ouviu a porta abrir. Era a mulher de Diogo, Ana. Tudo o que conseguiu pensar foi "merda"! Com certeza ela ficaria chateada de o ver ali. Não via Ana há mais de seis meses. Nunca se tinham dado mal, antes pelo contrário, mas ao longo destes últimos anos tudo o que Diogo lhe tinha contado sobre ela tinha feito olhá-la de uma outra forma, não muito boa, e parecia que ela se tinha tornado numa verdadeira cabra.
Tiago levantou-se e tentou colocar esses pensamentos de lado, defendendo-se com o seu charme pois não queria problemas com ela, nem causar mais problemas a Diogo.
"Olá, Ana! Tudo bem?
Ela parou estupefacta no meio da sala!
E também ele ficou estupefacto!
Como ela estava bonita! Ana tinha cerca de 1,75m de altura, com uma constituição perfeita, tonificada e atlética. Usava uns sapatos de saltos altos, com uns 10cm de salto que lhe faziam uma pernas divinais, uns jeans pretos justos que lhe moldavam as penas como se tivessem sido embaladas a vácuo, e um top preto que deixava visível uma faixa de uns 15cm na zona do umbigo onde um piercing sobressaía. O seu cabelo loiro claro, até meio das costas, estava solto e contrastava com o preto da roupa."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

# 508

Imagem retirada da net



"Tiago chegou ao restaurante no tempo previsto e foi uma noite muito parecida com a maioria das suas noites de copos. Diogo geralmente bebia pelo menos duas cervejas enquanto Tiago bebia uma – e Tiago já bebia mais rápido que o normal! Como era hábito ultimamente, uma vez que ele “soltava a língua” com a bebida, começava a reclamar do trabalho, do dinheiro e, finalmente, da sua mulher. Ficou óbvio que os dois estavam chateados… ou pior ainda.
“Porque não te separas dela, então?”
Tiago disse-lhe não entendia porque ele estava sempre a reclamar dela mas nada fazia para mudar a situação.
“É por causa do sexo? De teres sexo certo em casa, e bom?”
Ele riu! Mas foi um riso curto! E respondeu que eles já não tinham relações, que costumava ser bom, mas eles não faziam isso “há séculos”. Tiago ficou a pensar quanto tempo seria “há séculos” mas não quis perguntar. Ele parecia realmente muito triste e chateado com isso.
“E o dinheiro? Isso também é um problema?”, perguntou Tiago.
Ele confirmou que ela pagava a maioria das coisas, e que muitas vezes os pais dela também pagavam coisas, como fins-de-semana fora ou arranjos do carro dela… Essas coisas, mas que ele conseguiria sobreviver sem o dinheiro dela! Já tinha pensado em separar-se muitas vezes e provavelmente era o que ia fazer… Não sabia era quando… Sabia que um dia ia “encher de vez” e ia tomar essa decisão na hora. Ou então faria ela isso… Talvez fosse comodismo, disse, porque na realidade era como se já não fossem um casal!
Por volta da duas da manhã eram os únicos no restaurante, que já tinha fechado, e os empregados já tinha arrumado e limpo tudo. Estava na hora de irem embora. Tiago pagou a conta enquanto Diogo foi aos lavabos. Percebia-se que estava em muito mau estado. A mistura do álcool com a tristeza davam-lhe um aspecto que não era nada agradável. Tiago decidiu chamar-lhe um táxi mas Diogo disse que preferia andar. Bem, mal não lhe faria mas era bem mais de meia hora até casa dele… Mas assim que saíram do restaurante, as coisas mudaram um pouco. Ele mal podia andar! Ambos tinham bebido mais do que deviam para conduzir pelo que Tiago chamou mesmo um táxi e insistiu para o levar a casa."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"