"Enquanto esperavam, com ela encostada a ele, não
resistiu em perguntar-lhe: “Quanto é ‘há anos’, Ana?”
Ela olhou-o, séria, e depois para o infinito da
noite.
“Muito tempo… Uns dois anos… Sim, há uns dois anos
que o Diogo não me toca…”
Tiago abraçou-a e deu-lhe um beijo gentil nos
lábios. Foi um beijo persistente que levou a um beijo apaixonado com as línguas
explorando a boca um do outro. Tiago colocou as mãos por dentro do robe, à
volta da sua cintura e a apertou contra ele. Imediatamente começou a sentir uma
erecção.
Ana segurou-lhe a cabeça com as duas mãos e
olhou-o fixamente nos olhos.
“Obrigado!”, disse num tom sentido. “Não imaginas
o quanto estava a precisar disto…” E beijou-o novamente.
Terminaram o beijo na altura em que o carro
chegou.
“Estás a deixar-me duro novamente!”
Ana sorriu para ele e respondeu com um olhar
sedutor: "Guarda para a próxima vez, Tiago. Vais precisar!" E
piscou-lhe o olho, sorrindo."
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"

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