"Tiago nunca a tinha visto assim! Normalmente andava
com roupa desportiva e o cabelo apanhado. Ana tinha uma figura impressionante!
Como treinadora de ténis, mantinha-se em forma, mas muito raramente exibia sua
figura.
Tiago conseguiu sair do estado de estupefacção
primeiro que Ana.
“Tive que ajudar o Diogo a vir para casa, pois abusámos
um bocadinho e ele não ficou muito bem… Só estou à espera dum táxi."
Nunca tinha reparado nos seus seios!
Considerando que era tão enxuta e atlética, ela
até tinha umas mamas muito jeitosas que sobressaíam no decote do top. Tiago
estava com dificuldade em pensar… Imaginou como o seu rabo ficaria bem naquelas
calças justas…
"Olá Tiago! Há quanto tempo… Não é surpresa
que Diogo tenha abusado novamente. Ultimamente é onde gosta mais de gastar o
nosso dinheiro”, disse enquanto entrava na sala sorrindo.
Ela parecia estar um pouco tocada também, mas de
um bom humor que Tiago não estava a reconhecer.
"Espero que não te importes, mas servi-me de
uma cerveja", disse-lhe!
"Claro que não me importo. Por que haveria de
me importar? Queres outra e fazes-me companhia?”
"Sim, pode ser”, respondeu.
Tiago estava surpreso pela simpatia que Ana
mostrava. Tinha pensado que ela não gostaria de o ter encontrado em sua casa,
quase às três da manhã, sozinho, a beber cerveja sentado no seu sofá… Talvez
fosse a bebida… Ou talvez só tivesse ouvido um lado da história e ela não fosse
tão cabra quanto Diogo a fazia parecer...
"Acho que vou tomar uma taça de vinho",
disse Ana, virando em direcção à cozinha para pegar as bebidas.
Tiago constatou que a sua anterior suposição
estava correta; o rabo de Ana parecia incrível quando ela entrou na cozinha. Os
jeans sustentavam o seu rabo empinado
e Tiago deliciou-se em ver aquelas pequenas “bochechas” perfeitas.
Quando ela voltou, sentou-se na outra ponta do
sofá e conversaram um pouco sobre suas noites. Tiago chegou à conclusão que
talvez Diogo tivesse exagerado sobre o quanto ela era uma cabra e que Ana não
havia mudado assim tanto como ele dizia… Por vezes os casais perdem-se, pensou
ele lembrando o seu próprio casamento!
Disse que tinha ido a uma festa, que o Diogo não
tinha querido ir por causa do jogo, que tinha dançado a noite quase toda e que
os sapatos estavam “matando” seus pés. Dito isto, levantou o pé esquerdo e
soltou o fecho do sapato, fazendo-o depois cair com um pequeno gesto. Repetiu o
gesto para o pé direito mas pegou no sapato e colocou-o ao lado do outro.
Virou-se para o lado onde Tiago estava, encostando-se ao braço do sofá, colocou
os pés no sofá e exclamou:
“Assim está muito melhor!”"
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"




