sexta-feira, 23 de novembro de 2018

# 510

Fotografia de autor desconhecido


"Tiago nunca a tinha visto assim! Normalmente andava com roupa desportiva e o cabelo apanhado. Ana tinha uma figura impressionante! Como treinadora de ténis, mantinha-se em forma, mas muito raramente exibia sua figura.
Tiago conseguiu sair do estado de estupefacção primeiro que Ana.
“Tive que ajudar o Diogo a vir para casa, pois abusámos um bocadinho e ele não ficou muito bem… Só estou à espera dum táxi."
Nunca tinha reparado nos seus seios!
Considerando que era tão enxuta e atlética, ela até tinha umas mamas muito jeitosas que sobressaíam no decote do top. Tiago estava com dificuldade em pensar… Imaginou como o seu rabo ficaria bem naquelas calças justas…
"Olá Tiago! Há quanto tempo… Não é surpresa que Diogo tenha abusado novamente. Ultimamente é onde gosta mais de gastar o nosso dinheiro”, disse enquanto entrava na sala sorrindo.
Ela parecia estar um pouco tocada também, mas de um bom humor que Tiago não estava a reconhecer.
"Espero que não te importes, mas servi-me de uma cerveja", disse-lhe!
"Claro que não me importo. Por que haveria de me importar? Queres outra e fazes-me companhia?”
"Sim, pode ser”, respondeu.
Tiago estava surpreso pela simpatia que Ana mostrava. Tinha pensado que ela não gostaria de o ter encontrado em sua casa, quase às três da manhã, sozinho, a beber cerveja sentado no seu sofá… Talvez fosse a bebida… Ou talvez só tivesse ouvido um lado da história e ela não fosse tão cabra quanto Diogo a fazia parecer...
"Acho que vou tomar uma taça de vinho", disse Ana, virando em direcção à cozinha para pegar as bebidas.
Tiago constatou que a sua anterior suposição estava correta; o rabo de Ana parecia incrível quando ela entrou na cozinha. Os jeans sustentavam o seu rabo empinado e Tiago deliciou-se em ver aquelas pequenas “bochechas” perfeitas.
Quando ela voltou, sentou-se na outra ponta do sofá e conversaram um pouco sobre suas noites. Tiago chegou à conclusão que talvez Diogo tivesse exagerado sobre o quanto ela era uma cabra e que Ana não havia mudado assim tanto como ele dizia… Por vezes os casais perdem-se, pensou ele lembrando o seu próprio casamento!
Disse que tinha ido a uma festa, que o Diogo não tinha querido ir por causa do jogo, que tinha dançado a noite quase toda e que os sapatos estavam “matando” seus pés. Dito isto, levantou o pé esquerdo e soltou o fecho do sapato, fazendo-o depois cair com um pequeno gesto. Repetiu o gesto para o pé direito mas pegou no sapato e colocou-o ao lado do outro. Virou-se para o lado onde Tiago estava, encostando-se ao braço do sofá, colocou os pés no sofá e exclamou:
“Assim está muito melhor!”"

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

# 509

Cena retirada do filme "The Wolf Of Wall Street"


"Saíram de táxi para a casa de Diogo. Aí chegados, Tiago saiu do carro e ajudou Diogo a sair pelo lado dele. Perguntou se ele estava bem para entrar. Queria voltar no táxi e ir para casa. Diogo balbuciou algo que pareceu um sim. Antes de voltar para o carro, Tiago ficou a ver se ele seguia o seu caminho sem problemas, mas ele cambaleou, tropeçou e caiu no jardim em frente de casa. E não conseguiu se levantar!
Tiago pagou o táxi e ajudou Diogo a entrar na casa dele. Carregou-o até à porta do prédio e tocou à campainha. Duas ou três vezes e ninguém respondeu. Ou Ana não estava, ou estava a dormir… Procurou as chaves e encontrou-as no bolso das calças. Voltou a carrega-lo até à porta do apartamento e tocou novamente. Nada! Meteu a chave na fechadura e abriu a porta. Estava tudo às escuras. Acendeu a luz e carregou-o até ao quarto. Nem sinais da Ana. Largou-o na sua cama e tirou-lhe os sapatos, a camisa e os jeans. Meteu-o dentro da cama e tapou-o. Diogo estava ferrado e saiu do quarto. Foi à cozinha e serviu-se duma cerveja. Tentou pedir um transporte mas o telemóvel estava sem sinal… Passou pela varanda para ver se apanhava sinal mas nada. Tinha uma vista interessante. Notou que, como seria normal, àquela hora poucos apartamentos na vizinhança tinham luz.
Sentou-se no sofá, posou a cerveja numa mesinha de apoio ao lado do sofá e acendeu a televisão. Era uma sala enorme, com muito espaço e uma decoração minimalista. Apesar da televisão estar ligada não prestava atenção… Pensava em tudo aquilo que o Diogo lhe tinha dito… No facto da mulher não estar em casa a um sábado à noite, já quase às três da manhã… Tentava ver um paralelo entre isto e o que tinha sido o final do seu casamento há quase 10 anos atrás…
Estava nestes pensamentos quando ouviu a porta abrir. Era a mulher de Diogo, Ana. Tudo o que conseguiu pensar foi "merda"! Com certeza ela ficaria chateada de o ver ali. Não via Ana há mais de seis meses. Nunca se tinham dado mal, antes pelo contrário, mas ao longo destes últimos anos tudo o que Diogo lhe tinha contado sobre ela tinha feito olhá-la de uma outra forma, não muito boa, e parecia que ela se tinha tornado numa verdadeira cabra.
Tiago levantou-se e tentou colocar esses pensamentos de lado, defendendo-se com o seu charme pois não queria problemas com ela, nem causar mais problemas a Diogo.
"Olá, Ana! Tudo bem?
Ela parou estupefacta no meio da sala!
E também ele ficou estupefacto!
Como ela estava bonita! Ana tinha cerca de 1,75m de altura, com uma constituição perfeita, tonificada e atlética. Usava uns sapatos de saltos altos, com uns 10cm de salto que lhe faziam uma pernas divinais, uns jeans pretos justos que lhe moldavam as penas como se tivessem sido embaladas a vácuo, e um top preto que deixava visível uma faixa de uns 15cm na zona do umbigo onde um piercing sobressaía. O seu cabelo loiro claro, até meio das costas, estava solto e contrastava com o preto da roupa."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

# 508

Imagem retirada da net



"Tiago chegou ao restaurante no tempo previsto e foi uma noite muito parecida com a maioria das suas noites de copos. Diogo geralmente bebia pelo menos duas cervejas enquanto Tiago bebia uma – e Tiago já bebia mais rápido que o normal! Como era hábito ultimamente, uma vez que ele “soltava a língua” com a bebida, começava a reclamar do trabalho, do dinheiro e, finalmente, da sua mulher. Ficou óbvio que os dois estavam chateados… ou pior ainda.
“Porque não te separas dela, então?”
Tiago disse-lhe não entendia porque ele estava sempre a reclamar dela mas nada fazia para mudar a situação.
“É por causa do sexo? De teres sexo certo em casa, e bom?”
Ele riu! Mas foi um riso curto! E respondeu que eles já não tinham relações, que costumava ser bom, mas eles não faziam isso “há séculos”. Tiago ficou a pensar quanto tempo seria “há séculos” mas não quis perguntar. Ele parecia realmente muito triste e chateado com isso.
“E o dinheiro? Isso também é um problema?”, perguntou Tiago.
Ele confirmou que ela pagava a maioria das coisas, e que muitas vezes os pais dela também pagavam coisas, como fins-de-semana fora ou arranjos do carro dela… Essas coisas, mas que ele conseguiria sobreviver sem o dinheiro dela! Já tinha pensado em separar-se muitas vezes e provavelmente era o que ia fazer… Não sabia era quando… Sabia que um dia ia “encher de vez” e ia tomar essa decisão na hora. Ou então faria ela isso… Talvez fosse comodismo, disse, porque na realidade era como se já não fossem um casal!
Por volta da duas da manhã eram os únicos no restaurante, que já tinha fechado, e os empregados já tinha arrumado e limpo tudo. Estava na hora de irem embora. Tiago pagou a conta enquanto Diogo foi aos lavabos. Percebia-se que estava em muito mau estado. A mistura do álcool com a tristeza davam-lhe um aspecto que não era nada agradável. Tiago decidiu chamar-lhe um táxi mas Diogo disse que preferia andar. Bem, mal não lhe faria mas era bem mais de meia hora até casa dele… Mas assim que saíram do restaurante, as coisas mudaram um pouco. Ele mal podia andar! Ambos tinham bebido mais do que deviam para conduzir pelo que Tiago chamou mesmo um táxi e insistiu para o levar a casa."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

# 507

Cena retirada do filme "Keeping Up With The Joneses"


"Enquanto arruma a cozinha da loiça do jantar, Tiago tenta decidir se sai ou não… É sábado, já um pouco tarde, e está uma noite de Verão muito agradável. Ligeiramente quente até! Não lhe apetece muito sair mas também não lhe apetece ficar em casa numa noite assim. É nesta dúvida existencial que o telemóvel se faz ouvir…
Pega no telemóvel e vê que é Diogo que lhe liga… Atende!
Diz que foi ver o Sporting com um amigo e foram tomar um copo mas o amigo vai embora e não lhe apetece ir já para casa. Foi por isso que ligou…
Estás onde?”, pergunta Tiago.
Em Telheiras, no Lizarran…
Diogo trabalha no ginásio há uns cinco anos… Talvez seis! Não se pode dizer que seja um amigo, como é o Miguel ou o Pedro, mas é uma pessoa com quem se relaciona bem. Ambos são sportinguistas e vão aos jogos juntos algumas vezes. E aos copos… Pode-se dizer que é uma boa companhia para este tipo de coisas. Mas as coisas sempre ficaram por este nível… Nem sabe bem dizer porquê!
A maior parte do pessoal do ginásio, e da escola, poucas vezes alinhava em saídas noite dentro. Ou simplesmente não tinham permissão – pelas companheiras – para sair para beber. Por isso, o Diogo era frequentemente um dos do “grupo dos copos”. A maioria dos colegas do ginásio ou, principalmente, da escola, eram casados e numa faixa etária mais próxima da de Tiago, e embora Diogo também fosse casado, ainda que bem mais novo – tinha feito 30 anos há pouco tempo – sempre arranjava tempo para sair para tomar uma cerveja. Era casado com Ana há uns quatro anos. Tinha ido ao casamento mas já não se lembrava bem… Ana era professora de ténis e tinha apenas vinte e quatro anos. Devia ter uns vinte quando se casaram. Na altura tinha achado que eram jovens demais para se casar, especialmente ela, mas pareciam tão apaixonados… Provavelmente ambos sentiram que era o correcto. O Amor tem destas coisas… e ele, infelizmente, sabia isso muito bem!
Ok! Já vou ter contigo. Dá-me uns quinze minutos…
Tiago achava estranho que Diogo sempre conseguisse encontrar tempo para sair para tomar uma cerveja… Ou cinco ou seis. Tinha certeza que a mulher dele não gostava disso. Ou talvez ela nem soubesse… Na realidade, sabia perfeitamente que, ou ela não sabia, ou ela não gostava, pois ele sempre falava sobre seus queixumes e as suas criticas… mas, mesmo assim, era muitas vezes ele a desafiar os outros para saírem. Ultimamente, talvez nos últimos dois anos, Tiago perguntava-se por que eles ainda estariam casados. Não que alguma vez os tivesse visto a discutir, ou algo do género mas raramente os via juntos. Imaginava que ele a tolerava porque ela estava tão em forma. Ela tinha uma figura espectacular. Presumia que o sexo devia ser bom demais para ele deixá-la. Ela também ganhava um bom dinheiro em seu trabalho e com alguma publicidade que fazia – era modelo em part-time. Diogo, por outro lado, não ganhava tão bem. Só tinha o trabalho do ginásio e nem sequer tinha o seu nível de ordenado ou o de Miguel. Enfim, dava para viver com algumas limitações mas achava que era o sexo e a segurança monetária que Ana lhe dava que mantinham o casamento."

in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"
 

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

# 506

Gif retirado da net



"I was amazed to be able to watch a man taking me like this. I could see my garter straps stretching around the swell of my hips and bum, I could see my stocking clad legs spread obscenely to try and get more of Tom’s cock into me, I could see my slutty heels, I could see Tom and most of all, I could see the huge rod of meat that joined us together as it slid gently and tenderly in and out of me."


 Maverick in "Mom Rebecca..."