"Quando todos pararam de
rir, Beatriz olhou para si mesma. À luz, e de perto, Tiago também olhou. Não
conseguiu evitar. Os peitos dela estavam projectados para fora do fino tecido,
sem nada a apoia-los. Seus mamilos espetados pareciam querer romper o tecido. A
camisola terminava bem acima do umbigo e os calções começavam muitos
centímetros abaixo dele. Olhou para a barriga nua, lisa, em muito boa condição para
quem já tinha entrado nos quarenta. Olhando para baixo, os calções pareciam ter
sido pintados sobre a sua vagina. Podia ver toda a forma do seu monte saliente
facilmente. Os calções eram tão apertados que realmente estavam sendo “puxados”
pelos lábios vaginais. Abaixo disso, suas pernas nuas e bronzeadas pareciam bem
apetecíveis montadas naquelas sandálias. De alguma forma, Beatriz estava sempre
bronzeada, especialmente nas pernas. E eram umas pernas jeitosas para a idade.
Se ela fizesse exercício, facilmente ficava com um aspecto muito bom, pensou!
"Bem",
Beatriz perguntou: "O que é que achas?"
Beatriz
virou-se, rodopiou sobre si, e deixou-o dar uma olhada nas costas. Bem mais de
metade do seu rabo estava fora do calção. Acima das suas pernas bronzeadas
estava a óbvia linha bronzeada e a mudança de cor do seu rabo branco fora do
calção. Não era um rabo de uma adolescente, tinha um pouco mais de carne, mas
naquele momento parecia realmente convidativo.
Tiago
estava cercado de familiares adultos e ainda um pouco constrangido, apesar de
ter bastante à vontade no dia-a-dia quer com Natália, quer com Carolina. Mas
esta situação ultrapassava em muito uma normal reunião familiar. Não queria
dizer que ela estava mesmo apetitosa, e que se pudesse, obviamente, a comia,
mas tinha de dizer algo cortês e simpático. Então gaguejou a primeira coisa
estúpida que lhe veio à mente: “Hum! Eu gosto disso!”
Beatriz
olhou para Tiago com um sorriso aprovador, com seus olhos brilhando na sua
direcção, enrugando as linhas ao redor dos olhos. Depois, olhou para as outras.
"OK, vocês já me envergonharam e disseram que experimentariam a vossa
roupa também, por isso tratem de ir… É a vossa vez!"
"OK,
eu vou experimentar o meu", disse Natália. Ela pegou um dos sacos que
estava no chão e todas pegaram suas bebidas – todas estavam bebendo um cocktail
qualquer. Riram divertidas, beberam uns goles e Natália perguntou: "Tiago,
queres uma cerveja?"
"Humm,
ainda tenho que ir para casa hoje à noite… e já bebi ao jantar…"
"Oh,
é tarde demais!", disse Natália. "Por que não passas a noite aqui? Elas
também ficam. Seremos apenas nós os cinco. Em algum lugar vais poder dormir.
Além disso, os teus pais estão no Algarve e é só por isso que a tua mãe não
está aqui também. Ias para casa fazer o quê?"
Sabia
muito bem o que ia fazer se fosse para casa: obviamente, masturbar-se a pensar
nisto tudo… Mas ficar, bem, era bom demais para ser verdade, pensou ele. Sua
tia deliciosa, e já demasiado alegre, pedindo para ele passar a noite com elas,
todas já alegres e descontroladas... a passarem lingerie para ele, quase nuas…
Nem nos melhores sonhos… Tentou não parecer muito animado quando disse:
"Bem… ok. Por mim… "
“Bem,
vou mudar-me”, disse Natália. “Uma de vocês pegue uma cerveja para o rapaz…”, e
seguiu para o banheiro enquanto Susana se dirigiu para a cozinha. Pelo caminho
largou: “Não te esqueças, Tiago, de não ir contar à tua mãe que te dei cerveja…
Já sabes que em minha casa, o que cá se passa, fica por cá!”
A tia Natália era irmã mais nova da mãe do Tiago e nunca tinha casado.
Trabalhava no Estado, num cargo importante em alguma coisa ligada à Cultura.
Desenhava roupas e pintava, em part-time,
o que lhe rendia anualmente um valor superior ao que ganhava no seu trabalho
regular, que já não era nada mau. Também fazia fotografia mas só mesmo como hobbie. Era uma artista multifacetada.
Grande parte do interesse de Tiago na fotografia devia-o a ela, que muitas
vezes lhe servia de “modelo”. Tinha
um excelente corpo, nada ficando a dever ao de Carolina, bastante revigorado
pelas corridas que fazia quase regularmente. Tinha um longo cabelo preto liso,
até meio das costas, que lhe dava um ar sensual. Tinha seios normais a tirar
para o pequeno, cintura fina, barriga lisa e tonificada, como as pernas, e um
rabo divinal. Era sempre uma das atracções da praia. Era ligeiramente mais
baixa que Beatriz. Tinha uma voz doce e era mesmo um doce de pessoa, ainda que
tivesse uma personalidade muito vincada. Era a tia favorita de Tiago e com quem
passava horas a falar de tudo e de nada. Era uma pessoa muito liberal, muito
fora do comum em quase tudo, não gostava que metessem limites nas coisas e
defendia, acerrimamente, que cada um devia fazer o que trouxesse felicidade e
prazer sem pisar ninguém."
in "A festa de lingerie da tia Natália"



