"E enfiou o dedo. Susana deu um pulo e
endireitou-se, olhando para ele espantada. “Ups”, disse Tiago desviando a cara
de Carolina. “Então?”, perguntou esta. O dedo médio mantinha-se dentro do rabo
de Susana, até meio, e Tiago estava à espera de uma indicação ou de um sinal
dela. “Nada”, limitou-se a dizer à irmã, voltando a mergulhar a cabeça e a enfiar
o membro de Tiago na boca, retomando o que estava a fazer antes. Carolina olhou
para Tiago para ver se ele dizia alguma coisa mas ele limitou-se a encolher os
ombros, como se nem desconfiasse o que se tinha passado. Voltou a beijá-la e a
fodê-la com os dedos, aumentando agora para três, fazendo-a gemer mais ainda.
O dedo continuava, imóvel, no rabo de Susana. A
medo, e muito suavemente, Tiago foi enfiando, pouco a pouco, na esperança que
ela já se tivesse habituado, até não ir mais. Susana gemeu e aumentou bastante
a pressão nos lábios. Mas não disse nada e manteve o que estava a fazer. Então
é para avançar, pensou ele. E assim fez. Devagar, puxou o dedo para fora e
depois, também devagar, voltou a empurra-lo para dentro. Ela gemeu alto e parou
o movimento. Ele voltou a puxar para fora e depois para dentro e ela gemeu
novamente. À terceira vez, gemeu e retomou o movimento com os lábios. Tiago
estava excitadíssimo. Aquilo era uma coisa absolutamente nova para ele.
Tiago manteve o ritmo do dedo e desviou a cabeça
de Carolina para procurar ver o que Beatriz e Natália estavam a fazer, no
exacto momento em que Natália se levantava e se dirigiu à mesa onde estavam as
bebidas. Beatriz masturbava-se com uma mão e apalpava-se com a outra,
continuando ajoelhada e sentada sobre os pés. Natália regressou e ajoelhou-se
por trás dela, colocando algo no chão, entre elas, que não conseguiu perceber o
que era. Imaginou que fosse o mesmo que tinha colocado sobre a mesa há um tempo
atrás.
Colocou as mãos nas ancas de Beatriz, que
estremeceu e parou de se tocar. Subiu as mãos pela cintura, passando para as
costas… e o sutiã soltou-se, ficando preso nos braços imóveis da cunhada. Pegou
então nele e tentou tirá-lo mas Beatriz não se mexeu. Natália meteu as mãos nos
peitos dela e beijou-a no pescoço. Primeiro de um lado, depois do outro.
Apalpou-lhe as mamas e repetiu os beijos nos pescoço, usando também a língua
para a excitar. Voltou então a tentar retirar o sutiã e Beatriz afastou os
braços para que pudesse deslizar e cair no chão.
Carolina gemia e seguia com Tiago o espectáculo
entre as duas cunhadas no chão. Susana gemia alto e por vezes apertava bastante
o membro dele, chegando a colocar os dentes a fazer alguma pressão. Tiago
aumentou um pouco o ritmo do dedo em Susana e ela passou a gemer mais. Decidiu
então mudar de dedo. Tirou o dedo médio, o que fez a tia parar e levantar a
cabeça, olhando para ele como que perguntando o porquê de ter parado aquilo.
Com medo que algo acontecesse, voltou a colocar a ponta do dedo pressionando a
entrada e sorriu para a tia. Ela voltou a baixar a cabeça e ao que estava a
fazer. Retirou o dedo devagar, mantendo pressão sobre a zona, enquanto quase
imperceptivelmente mudou de dedo e passou a fazer pressão com o polegar. Susana
manteve-se a gemer baixinho, quase não se fazendo ouvir com os gemidos de
Carolina.
Natália tinha a mão direita por baixo de
Beatriz, estimulando-a, e usava a esquerda entre a barriga, as mamas e a boca da cunhada que estava agora encostada sobre ela. Natália tirou os dedos da
vagina de Beatriz e meteu-os na boca dela enquanto lhe voltava a lamber o
pescoço. Beatriz gemeu e lambeu os dedos de Natália.
Tiago preparou-se para meter o polegar em
Susana. Devagar foi descendo dentro dela que gemeu e ajeitou o rabo, dando-lhe
mais liberdade. Continuou e, entre gemidos e arqueares de costas o
polegar entrou todo. Devagar voltou a ganhar ritmo até atingir uma boa cadência
que a fez gemer e interromper o broche, concentrando-se só nessa sensação.
Carolina tirou a mão dele de dentro dela, mordeu-lhe
a orelha e perguntou ao ouvido: “O que se passa? O que lhe estás a fazer?”
Tiago voltou a encolher os ombros. Era como se não tivesse nada a ver com o
assunto. Ela levantou-se e foi junto de Beatriz e apanhou algo do chão,
voltando depois para o sofá. Só aí Tiago entendeu que aquilo que ainda não
tinha percebido o que era, era na realidade um vibrador. Deitou-se ao seu lado,
com a cabeça sobre o braço do sofá, abriu as pernas e introduziu o vibrador
nela.
Tiago estava incrédulo com a situação a que assistia…
e participava. Estava excitadíssimo novamente. Susana já não se conseguia
concentrar o suficiente para o continuar a chupar sem parar e interrompia o broche frequentemente para se concentrar em exclusivo naquele prazer desconhecido. Tiago seguia a um bom
ritmo mas já começava a doer-lhe o braço, pelo que não era coisa para durar
muito mais tempo. Susana sentiu que estava à beira de ter outro orgasmo e
endireitou-se ligeiramente, continuando inclinada para a frente, de modo a
dar-lhe o espaço que necessitava, mas largando o seu pénis. Meteu a mão por
baixo dela e começou a masturbar-se também. Gemiam agora as duas bem alto e
Tiago estava a delirar com a situação.
No
chão, Beatriz estava agora deitada de costas e Natália lambia-lhe as mamas
enquanto a fodia com outro vibrador. O tilintar das correntes misturava-se com
os gemidos das tias e Tiago tinha dificuldade em perceber qual das três cenas o
excitava mais: se o que fazia com Susana, se Carolina masturbando-se de pernas
abertas ao seu lado, se a cena no chão entre as outras duas tias."
in "A festa de lingerie da tia Natália"

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