"Tiago era um apreciador de pés femininos… Uns pés
bonitos nuns sapatos como os que Ana tinha tido calçados era das coisas mais sexy para ele. E os pés dela eram
bonitos, com os dedos dos pés pintados dum vermelho carmesim, para combinar com
as unhas das mãos e o batom.
“Queres que te faça uma massagem?”, disse Tiago de
uma forma brincalhona, esperando que ela, educadamente, recusasse.
"Isso seria adorável", respondeu ela
surpreendentemente e deixou-se escorregar no sofá até aos seus pés ficarem no
colo de Tiago!
Tiago virou-se ligeiramente para a esquerda,
dobrou a perna em cima do sofá e ficou praticamente voltado para Ana, apoiando
as costas no apoio de braço do seu lado. Por sua vez, Ana usava o seu apoio
como almofada.
Pegou no pé direito dela e começou a massajar,
começando pelo calcanhar e usando os polegares para exercer pressão na planta
do pé. Sentiu-se surpreendido pela suavidade dos pés dela enquanto o perfume
dela, pela proximidade, começou a envolve-lo.
Enquanto fazia a massagem ela soltou um gemido.
“Mmmmmmm, isso sabe tão bem!”
Tiago também achava…
Tudo aquilo começou a aquecê-lo. Não lhe tinha
passado pela cabeça nada a não ser uma, eventual, massagem amigável nos pés… E
o facto de ela ter dito que era bom não significava nada a não ser isso, era
bom! E o facto de começar a sentir tesão não significava nada a não ser que
estava a gostar também. Aquilo era uma massagem inocente nos pés de uma mulher
casada!
Tiago começou a sentir a perna esquerda dormente.
Tirou o sapato e esticou a perna no sofá, ao lado da perna direita de Ana, e
aproveitou para mudar de pé massajado, colocando o direito em cima da sua perna
esquerda e pegando no pé esquerdo de Ana, repetindo o que tinha feito no
direito. Ana ia-se ajeitando de modo a que Tiago pudesse fazer a massagem o
melhor possível, gemendo aqui e ali, de olhos fechados, deitada no sofá.
Enquanto massajava o pé esquerdo, o direito
escorregou do cimo da sua perna direita e ficou firmemente apoiado na virilha.
Tiago quase estremeceu, com medo que ela pudesse sentir que estava com tesão.
Olhou na cara dela mas continuava impávida, gemendo baixinho e de olhos
fechados. Isso tranquilizou-o momentaneamente. Pensou como seria quando a
massagem acabasse. Com certeza ela perceberia a sua erecção se se levantasse…"
in "Ninguém é de ferro... e há coisas básicas na vida!"




