"Sem dizer nada, sempre a olhá-lo, ajoelhou-se à sua frente e desapertou-lhes as calças, em gestos seguros de quem sabe o que
faz. Puxou-lhe o sexo, ainda mole, para fora e fixou-se no material, como que
tentando perceber em que se poderia transformar aquilo com alguma perícia. Voltou
a olha-lo nos olhos, como que pedindo uma autorização que não precisava.
Tiago ainda não tinha desviado os olhos
dela. Não pôde deixar de pensar o quanto estranha era aquela situação. Ali
estava, aos seus pés, ajoelhada, uma mulher lindíssima, segurando nas mãos o
seu sexo, enquanto o marido tinha ido à garagem."
in Lugares Vazios...

Sem comentários:
Enviar um comentário