sexta-feira, 12 de abril de 2019

# 530

Gif retirado da net


"Nesta altura a situação já estava um pouco descontrolada. Tiago estava na presença das suas quatro tias, praticamente nuas, com uma erecção notória e num ambiente carregado se álcool e erotismo. De um lado tinha a tia Natália, a quem apalpava o rabo discretamente. Do outro, com a mão direita, e a perna e o rabo de Beatriz enquanto ela brincava com a sua virilha dentro do bolso das calças. Carolina estava sentada numa cadeira à sua frente, de pernas descontraidamente abertas deixando-o apreciar tudo o que já nem era novidade para si, enquanto ouvia qualquer coisa que Susana, debruçada sobre ela, lhe dizia perto do ouvido, fazendo-a sorrir, depois de ter dado o seu desfile por acabado. No meio deste contexto, Tiago tinha a noção que era a única pessoa minimamente lúcida naquela sala. E só não estava absolutamente lúcido porque, perante este espectáculo, era impossível ser cem por cento esclarecido. Aliás, aquilo parecia mais um sonho do que algo real, que estivesse mesmo a acontecer!
Natália tinha-as mantido bem abastecidas durante o "desfile de moda", provavelmente durante toda a noite, e as bebidas alcoólicas produziam o seu efeito. Tiago não tinha tocado na última cerveja, para além do gole inicial que tinha dado, principalmente porque não queria tirar as mãos das suas tias. A coisa prometia mas, mesmo assim, Tiago sentia-se entre a excitação da situação e o constrangimento de serem todas suas familiares, algumas delas até casadas. Não era fácil gerir estes sentimentos tentava não fazer nada que pudesse causar algum problema para si.
Enquanto tentava gerir tudo isto, sentiu a mão de Beatriz dentro do bolso passar sobre os testículos. Tentou perceber se tinha sido um acidente ocasional ou se tinha sido propositado. Como a mão continuou a brincadeira, tomou a coisa como não acidental. Resolveu então passar o dedo mais fundo no rego da tia, descendo a mão, sentindo o ânus e indo até sentir os pêlos púbicos húmidos. Depois fez o caminho inverso. Beatriz apertou um pouco as pernas contra a sua. Do outro lado, Natália estava mais calma mas nada fazia para parar a mão dele no seu rabo, anca e cintura.
Óptimo!”, pensou Tiago enquanto sentia o dedo passar no “buraquinho” da tia… “Vamos ver onde isto vai parar!
Natália beijou-lhe o ombro, desencostou-se e foi em direcção à cozinha. Beatriz apertou-lhe as “bolas”, sorriu para ele, e também deixou o seu lugar, sorrindo para Tiago, e foi até onde Susana e Carolina conversavam rindo. Beatriz disse qualquer coisa que lhe pareceu uma pergunta e Carolina respondeu, baixinho. As três deram uma gargalhada e olharam para ele, fazendo-o sentir-se constrangido. Meteu as mãos nos bolsos e aproveitou para, tão disfarçadamente quanto possível, ajeitar o pénis e coloca-lo mais à vontade. Carolina levantou-se e dirigiu-se a Tiago na altura em que Natália voltava com um jarro cheio para atestar os copos de todas elas.
Qual é a piada?”, perguntou enquanto enchia os copos de todas sobre a mesa.
Dizes tu, ou digo eu, Tiago?”, perguntou Carolina a sorrir.
Tiago ficou atrapalhado e Carolina percebeu isso.
Digo eu então, até porque é algo perfeitamente natural…”, continuou. “O que não era natural, e acho que todas aqui concordaremos que era até ofensivo, era que estivesses aqui impávido e sereno, sobrinho!
Nesta altura todas olhavam para ele e sentiu-se pequenino ali no meio de quatro mulheres maduras e experientes. Até começou a sentir a erecção a desaparecer…
Vá, Carolina, deixa-te de coisas… Qual é mesmo a piada?”, perguntou Natália enquanto baixava o volume da musica.
Não é piada nenhuma, Natália. Só constatei que o nosso sobrinho, como era mais que óbvio, ficou com uma erecção ao ver estas quatro boazonas desfilar em lingerie!
Tiago sentiu-se ainda mais pequeno e um calor descomunal subiu-lhe ao rosto. “Só faltava agora corar em frente delas”, pensou! “Que grande merda!
Natália foi a primeira a reagir. Chegou-se a ele, pegou-lhe nas mãos, olhou-o nos olhos e disse: “É absolutamente natural que tenhas ficado assim, Tiago. E, como disse a Carolina, de admirar era se não tivesses ficado. Estou certa ou estou errada, meninas?
Certa”, gritaram todas. E Natália puxou-lhe a cabeça e deu-lhe um pequeno beijo nos lábios, piscou-lhe o olho e depois disse-lhe ao ouvido: “Não te acanhes, miúdo, que isto está só a começar e será algo para recordares a vida toda.
Beatriz e Susana chegaram-se também a ele e repetiram o gesto."

in "A festa de lingerie da tia Natália"
 

sexta-feira, 5 de abril de 2019

# 529

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"Quando Susana saiu do banheiro, Natália já tinha regressado para o seu lugar ao lado de Tiago, depois de ter ido buscar mais bebidas, e já estava enroscada nele novamente, puxando-o para si. Tiago tinha agora a sua mão esquerda espalmada no rabo nu dela e ia deslizando-a de um lado para o outro, sentindo a sua pele suave numa nádega bem tonificada. De vez em quando parecia-lhe que ela gemia… mas não tinha a certeza que fosse mesmo isso. Ou se eram gemidos de Beatriz. Continuava com uma erecção que já o incomodava e não havia como a controlar mas não estava muito preocupado com a situação, apesar de ter a noção que qualquer das tias que olhasse, imediatamente percebia o que se passava.
"A isso chama-se Baby Doll", disse Susana em direcção ao sobrinho enquanto caminhava devagar pela sala. A mais peituda das tias usava um conjunto de baby doll mais tanga, ambos brancos mas completamente transparentes. O baby doll era praticamente todo aberto à frente, só unido na zona dos peitos por um laço, e ia até à altura das virilhas. Também a sua tanga, absolutamente transparente, parecia pressionar a sua zona vaginal fazendo com que fosse quase indiferente ter as calcinhas ou não. Os seus pêlos púbicos encaracolados estavam visíveis e saiam por todos os lados da minúscula calcinha. Os seus grandes seios pendurados balançavam para frente e para trás enquanto ela caminhava. Não só era possível ver o contorno de seus seios através do tecido, como também se conseguia distinguir perfeitamente a silhueta das suas aréolas surpreendentemente grandes e muito escuras. O contraste entre o branco e o tom bronzeado da pele dava um aspecto fantástico. Seguiu o mesmo caminho que as outras tinham feito dentro da sala. Tiago estava abismado pelo à vontade que a sua tia Susana apresentava, especialmente depois daquela hesitação momentos antes, pois entre o que vestia e nada, era praticamente igual, e ela parecia não se importar que ele a visse assim. “Provavelmente é a leveza do álcool”, pensou. A tanga estava completamente escondida entre as suas nádegas e a sensação que dava é que nada tinha que a tapasse na parte de trás. E na realidade não tinha! Deu a volta e veio novamente na sua direcção, mas desta vez mesmo direita a ele. Parou à sua frente.
Talvez ela tenha notado a minha erecção”, pensou Tiago.
Pegou no pescoço do sobrinho e fez com que se baixasse, beijando-o demoradamente numa das faces, enquanto se encostava, deliberadamente ou não, a ele. Tiago pôde sentir as suas mamas no seu peito e uma pressão contra o seu pau duro. Reagiu surpreendido, tentando afastar as calças com medo que ela percebesse que ele estava “de pau feito”. Mas não teve sucesso. Ela sorriu para ele, divertida, mostrando claramente que tinha percebido a sua erecção. Afastou-se e roçou a sua mão no volume das calças quando se virou para dar mais uma voltinha.
Uaauuu!”, pensou Tiago. Pela primeira vez via a sua tia Susana como papável. Talvez fosse a tensão sexual que enchia aquela sala… O álcool, mais que certo! As outras três tias sempre tinham feito parte das suas fantasias sexuais desde pequeno e já se tinha masturbado muitas vezes com elas no pensamento, ou até com fotos das férias na praia. Qualquer uma delas. Mas a tia Susana sempre tinha ficado fora dos seus sonhos molhados… até hoje!"

in "A festa de lingerie da tia Natália"

sexta-feira, 29 de março de 2019

# 528

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"Enquanto Carolina continuava o seu espectáculo, Natália segurava-o com o braço, por vezes puxando-o mais para ela. De repente apercebeu-se que a sua mão direita estava encostada na parte nua da nádega direita de Beatriz que, discretamente, se movimentava contra ele. Tiago já estava com uma erecção e, dado o seu passado com Carolina, esperava que alguma coisa “caísse” para o seu lado da parte dela, mesmo com as outras familiares por perto. Era óbvio que o ar estava carregado de erotismo e havia uma “tesão” evidente nas suas tias que nunca tinha visto antes. E isto podia dar num final feliz para ele pois alguma coisa haveria de arranjar com Carolina, pensou, mesmo às escondidas das outras. O rabo de Beatriz ainda estava pressionando a sua mão, e ele decidiu pressionar também. Então ela virou-se para ele e perguntou:
"Estás a gostar do desfile de moda, sobrinho?"
Quando se virou, Tiago deixou escorregar a mão pelo rabo dela, apalpando descaradamente a nádega esquerda. “Obviamente, tia”, segredou-lhe ele ao ouvido, deslizando depois a mão até à anca e subindo depois para a cintura. Ela beijou-lhe o ombro enquanto tentava encaixar a perna dele no meio das dela. Entretanto Carolina acabou a sua actuação e veio juntar-se ao grupo. Todos olharam então para Susana.
Como sempre, a tímida tia Susana precisava de um empurrãozinho de incentivo.
É a minha vez?”, perguntou desnecessariamente.
Ai, Susana, és sempre igual a ti própria”, disse Beatriz. “Vá, estamos em família… Que mal pode haver?” 
Tiago, nem tinha a certeza de toda esta inocência, nem, convenhamos, a desejava. Susana lá se deu por convencida, sem grande esforço, diga-se, pegou no seu saco e foi para o banheiro, saindo em silêncio, mas olhando directamente para Tiago com um pequeno sorriso atrapalhado. Quando se esperava por nova passagem de "lingerie" Tiago enfiou a mão pelos calções de Beatriz mesmo no meio, sobre o rego, descendo devagar à espera da reacção da tia. Mas ela não disse nada. Subiu então a mão pressionando o dedo médio entre as nádegas enquanto Beatriz metia a não no seu bolso e apalpava-lhe a perna junto à virilha. Ela estremeceu um pouco ao sentir o dedo dele entre as nádegas e gemeu baixinho.
A tia Susana era irmã mais velha de Beatriz e de Carolina. Era casada com o Tio Bernardo, irmão da mãe de Tiago. Não se podia dizer que fosse gorda, longe disso, mas era cheiinha, com cabelos castanhos que passavam os ombros, uma cara bonitinha, seios grandes sem serem gigantescos e rabo e pernas proporcionais ao resto do corpo. Para quem gostava de seios grandes, que não era o caso do Tiago, tinha aqui um belo exemplar mas era nitidamente a tia menos interessante em termos de beleza e, obviamente, a menos sensual. No entanto não deixava de ser uma mulher interessante, especialmente para quem tinha dois filhos e já estava mais próxima dos cinquenta do que dos quarenta. Tinha uma voz fina, que por vezes era irritante quando falava alto e um feitio de extremos estranho. Normalmente era arrogante, impertinente e parecia que todo o mundo lhe devia alguma coisa, que Tiago via como uma forma de contornar uma timidez natural, mas, por vezes, era extremamente simpática e até insinuante, sendo muito mais próxima do que eram as irmãs.
Era uma pessoa muito conservadora, frequentadora das actividades religiosas das paróquias que frequentava, na cidade e na terrinha, e era professora primária. Obviamente, vestia-se de uma forma conservadora, era o tipo de pessoa reservada por natureza, excepto quando o seu mau feitio ia aos extremos, mas, nos momentos certos, se fosse puxada pelas irmãs, por vezes era surpreendente."

in "A festa de lingerie da tia Natália"

sexta-feira, 22 de março de 2019

# 527

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"A tia Carolina era a irmã mais nova de Susana e de Beatriz, sendo também a mais nova das tias. Tinha casado com Francisco, um dos irmãos da mãe de Tiago e de Natália. Francisco era 12 anos mais velho que Carolina e tinha um negócio com o irmão, Bernardo. Apesar dos poucos estudos, era um homem culto e educado mas Tiago nunca tinha entendido porque tinham casado pois pareciam pessoas completamente diferentes, para já não falar da diferença de idades. Era, sem qualquer margem de dúvida, a mais vistosa das mulheres da família. Era bonita, “boazona”, sensual, charmosa… Por alguma razão Carolina tinha sido a primeira “mulher” que o tinha feito olhar para o sexo oposto com olhos de ver, num Verão quando tinha 12 ou 13 anos. Por onde passava levava a sua aura e não deixava ninguém indiferente – nem mulheres e muito menos homens. Era uma mulher muito bonita, com quase 1,80m e um corpo em forma de ampulheta perfeito. Tinha um nariz fino e uns lábios carnudos, absolutamente sensuais, e uns olhos castanhos muito doces e expressivos. Peitos normais, do tamanho de uma boa laranja, redondos mas em pêra, com os mamilos ligeiramente para cima, uma cintura lisa e delgada, um rabo perfeito e umas pernas longas sem fim. Tinha o cabelo liso que pintava de loiro e que usava entre o meio das costas ou um ou dois dedos acima do ombro. Também andava sempre bronzeada, como as irmãs, e vestia-se muito bem, sabendo sempre adequar a roupa ao momento. Nunca tinha querido ter filhos, e não escondia isso, mas dava-se muito bem com qualquer dos 3 sobrinhos. Era decoradora, com algum sucesso, e uma pessoa muito liberal e extremamente independente. Era uma das melhores amigas de Natália, com quem saía regularmente, fazendo sempre um par de sucesso onde quer que fossem.
Carolina saiu do banheiro fazendo a sua imitação de modelo, espetando o peito para fora, sacudindo os cabelos loiros e abanando um pouco exageradamente o rabo. Ela vestia uma espécie de minúsculo robe num tecido branco, muito curto, que atrás ia até meio das costas e na frente ficava ao nível da base dos seios. Era fechado à frente por um pequeno laço sobre os peitos que deixava uma abertura de uns dez centímetros entre eles, o que, obviamente, os tornava bem visíveis. Também um pouco da parte superior se via e, quando se virava, de lado, podia-se ter uma boa ideia do que estava por trás do tecido. Ao andar, por vezes, também se via a base dos peitos quando o conjunto, largo, subia um pouco. Os peitos sem sutiã balançavam enquanto ela caminhava e os seus mamilos projectavam-se no tecido de um lado para o outro, sendo uma visão extremamente sensual. Carolina usava uma tanga também em tecido branco – provavelmente o mesmo tipo de tecido. Seu rabo era perfeito e a tanga assentava na parte da frente como se tivesse sido feita para ali – atrás não tinha nada a não ser o fino cordão que saía do microscópico triângulo sobre o rego e desaparecia no meio dele. As suas nádegas nuas e bronzeadas eram firmes, tal como as suas coxas. Esta mulher era um monstro de beleza. Tiago já estava um pouco excitado mas quando Carolina olhou directamente para si, sorrindo, sentiu que algo se mexia dentro das suas calças, tal a excitação que o tomava. Não conseguia decidir se devia focar-se só nos peitos aos saltos, se focar-se no todo, de vê-la quase completamente nua."


in "A festa de lingerie da tia Natália"
 

sexta-feira, 15 de março de 2019

# 526

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"Susana voltou com a cerveja e entregou-a ao sobrinho. Tiago bebeu dois goles e colocou-a sobre a mesa. Mantinha-se de pé, junto à mesa onde estavam as tias., agora já de pé também. Precisava relaxar, mas queria manter o foco para se lembrar de cada detalhe porque aquilo passava muito qualquer imaginação que já tivesse tido. Bem, quase…
Natália saiu do banheiro e atravessou a sala pelo caminho que ela própria tinha elaborado. Como se fosse uma modelo numa passarela, caminhava com passos curtos, seguros e pesados que se faziam ouvir sobre a música de fundo. Trocava ligeiramente as pernas como uma profissional. Também só vestia o conjunto e umas sandálias com um salto enorme, maior que o que Beatriz trazia. Sorria e ia-se virando devagar e sensualmente, enquanto ia descrevendo sua roupa. "Este é um conjunto de uma só peça", narrou Natália. Sua roupa era ainda mais reveladora do que a roupa de Beatriz! Vestia um body com o formato de um fato de banho, tipo em V, e era feito de um tecido preto praticamente transparente! Quando a luz insidia no ângulo certo, dava para ver perfeitamente através dele, como se nada tivesse. Os seios redondos de Natália ficavam admiravelmente no conjunto, onde se notavam perfeitamente os mamilos. Tinha um decote que ia até ao umbigo e era todo aberto de lado e nas costas, só tendo o fino tecido que mantinha todo o conjunto em posição, à volta do pescoço e na cintura, que terminava num minúsculo triângulo que parecia entrar-lhe pelo rabo. De lado, dava para ver os peitos perfeitamente. Uma loucura! A parte inferior era puxada sobre sua vagina, mas não parecia fazer o efeito que Beatriz tinha falado. A transparência era tal que dava para ver os pêlos púbicos lisos e perfeitamente aparados. Tiago ficou deslumbrado com o seu rabo nu quando ela se virou. “Nossa senhora! Não é nada mau para uma tia”, pensou.
Todas as outras mulheres elogiaram Natália pela aparência, e olharam para Tiago à espera do seu veredicto. Timidamente, concordou com elas, sem quase conseguir tirar os olhos da tia. Terminado o show, Natália deu uma pirueta sobre si e foi em direcção à cozinha buscar mais bebidas. Carolina voluntariou-se para ser a seguinte: “É a minha vez”, disse, pegando no seu saco e dirigindo-se para o banheiro. Tiago acabou a primeira cerveja quando Natália, seminua, lhe entregou outra com uma piscadela de olho. Tiago deu um gole e colocou-a sobre a mesa à sua frente onde já estavam vários copos vazios.
Natália ficou do seu lado esquerdo e abraçou o sobrinho com o braço direito, ficando com a mão direita no seu quadril direito e segurando o seu cocktail com a mão esquerda. Tiago deslizou o seu braço esquerdo ao redor dela e colocou sua mão no seu ombro e deixou-a deslizar até a pousar no seu quadril esquerdo nu, fazendo o mesmo a Beatriz que estava do seu lado direito. Natália encostou então a cabeça ao seu ombro esquerdo e balbuciou qualquer coisa sobre o quanto gostava dele. E ele respondeu dando-lhe um beijo no topo da cabeça."

in "A festa de lingerie da tia Natália"