"Nesta altura a situação já estava um pouco
descontrolada. Tiago estava na presença das suas quatro tias, praticamente nuas,
com uma erecção notória e num ambiente carregado se álcool e erotismo. De um
lado tinha a tia Natália, a quem apalpava o rabo discretamente. Do outro, com a
mão direita, e a perna e o rabo de Beatriz enquanto ela brincava com a sua
virilha dentro do bolso das calças. Carolina estava sentada numa cadeira à sua
frente, de pernas descontraidamente abertas deixando-o apreciar tudo o que já
nem era novidade para si, enquanto ouvia qualquer coisa que Susana, debruçada
sobre ela, lhe dizia perto do ouvido, fazendo-a sorrir, depois de ter dado o
seu desfile por acabado. No meio deste contexto, Tiago tinha a noção que era a
única pessoa minimamente lúcida naquela sala. E só não estava absolutamente lúcido porque, perante este espectáculo, era impossível ser cem por cento esclarecido.
Aliás, aquilo parecia mais um sonho do que algo real, que estivesse mesmo a
acontecer!
Natália tinha-as mantido bem abastecidas durante
o "desfile de moda", provavelmente durante toda a noite, e as bebidas
alcoólicas produziam o seu efeito. Tiago não tinha tocado na última cerveja, para
além do gole inicial que tinha dado, principalmente porque não queria tirar as
mãos das suas tias. A coisa prometia mas, mesmo assim, Tiago sentia-se entre a
excitação da situação e o constrangimento de serem todas suas familiares,
algumas delas até casadas. Não era fácil gerir estes sentimentos tentava não
fazer nada que pudesse causar algum problema para si.
Enquanto tentava gerir tudo isto, sentiu a mão
de Beatriz dentro do bolso passar sobre os testículos. Tentou perceber se tinha
sido um acidente ocasional ou se tinha sido propositado. Como a mão continuou a
brincadeira, tomou a coisa como não acidental. Resolveu então passar o dedo
mais fundo no rego da tia, descendo a mão, sentindo o ânus e indo até sentir os
pêlos púbicos húmidos. Depois fez o caminho inverso. Beatriz apertou um pouco
as pernas contra a sua. Do outro lado, Natália estava mais calma mas nada fazia
para parar a mão dele no seu rabo, anca e cintura.
“Óptimo!”, pensou Tiago enquanto sentia o dedo
passar no “buraquinho” da tia… “Vamos ver onde isto vai parar!”
Natália beijou-lhe o ombro, desencostou-se e foi
em direcção à cozinha. Beatriz apertou-lhe as “bolas”, sorriu para ele, e também
deixou o seu lugar, sorrindo para Tiago, e foi até onde Susana e Carolina
conversavam rindo. Beatriz disse qualquer coisa que lhe pareceu uma pergunta e
Carolina respondeu, baixinho. As três deram uma gargalhada e olharam para ele,
fazendo-o sentir-se constrangido. Meteu as mãos nos bolsos e aproveitou para, tão
disfarçadamente quanto possível, ajeitar o pénis e coloca-lo mais à vontade.
Carolina levantou-se e dirigiu-se a Tiago na altura em que Natália voltava com
um jarro cheio para atestar os copos de todas elas.
“Qual é a piada?”, perguntou enquanto enchia os
copos de todas sobre a mesa.
“Dizes tu, ou digo eu, Tiago?”, perguntou
Carolina a sorrir.
Tiago ficou atrapalhado e Carolina percebeu
isso.
“Digo eu então, até porque é algo perfeitamente
natural…”, continuou. “O que não era natural, e acho que todas aqui concordaremos
que era até ofensivo, era que estivesses aqui impávido e sereno, sobrinho!”
Nesta altura todas olhavam para ele e sentiu-se
pequenino ali no meio de quatro mulheres maduras e experientes. Até começou a
sentir a erecção a desaparecer…
“Vá, Carolina, deixa-te de coisas… Qual é mesmo
a piada?”, perguntou Natália enquanto baixava o volume da musica.
“Não é piada nenhuma, Natália. Só constatei que
o nosso sobrinho, como era mais que óbvio, ficou com uma erecção ao ver estas
quatro boazonas desfilar em lingerie!”
Tiago sentiu-se ainda mais pequeno e um calor
descomunal subiu-lhe ao rosto. “Só faltava agora corar em frente delas”,
pensou! “Que grande merda!”
Natália foi a primeira a reagir. Chegou-se a
ele, pegou-lhe nas mãos, olhou-o nos olhos e disse: “É absolutamente natural
que tenhas ficado assim, Tiago. E, como disse a Carolina, de admirar era se não
tivesses ficado. Estou certa ou estou errada, meninas?”
“Certa”, gritaram todas. E Natália puxou-lhe a
cabeça e deu-lhe um pequeno beijo nos lábios, piscou-lhe o olho e depois
disse-lhe ao ouvido: “Não te acanhes, miúdo, que isto está só a começar e será
algo para recordares a vida toda.”
Beatriz e Susana chegaram-se também a ele e repetiram
o gesto."
in "A festa de lingerie da tia Natália"




