sexta-feira, 5 de abril de 2019

# 529

Gif retirado da net


"Quando Susana saiu do banheiro, Natália já tinha regressado para o seu lugar ao lado de Tiago, depois de ter ido buscar mais bebidas, e já estava enroscada nele novamente, puxando-o para si. Tiago tinha agora a sua mão esquerda espalmada no rabo nu dela e ia deslizando-a de um lado para o outro, sentindo a sua pele suave numa nádega bem tonificada. De vez em quando parecia-lhe que ela gemia… mas não tinha a certeza que fosse mesmo isso. Ou se eram gemidos de Beatriz. Continuava com uma erecção que já o incomodava e não havia como a controlar mas não estava muito preocupado com a situação, apesar de ter a noção que qualquer das tias que olhasse, imediatamente percebia o que se passava.
"A isso chama-se Baby Doll", disse Susana em direcção ao sobrinho enquanto caminhava devagar pela sala. A mais peituda das tias usava um conjunto de baby doll mais tanga, ambos brancos mas completamente transparentes. O baby doll era praticamente todo aberto à frente, só unido na zona dos peitos por um laço, e ia até à altura das virilhas. Também a sua tanga, absolutamente transparente, parecia pressionar a sua zona vaginal fazendo com que fosse quase indiferente ter as calcinhas ou não. Os seus pêlos púbicos encaracolados estavam visíveis e saiam por todos os lados da minúscula calcinha. Os seus grandes seios pendurados balançavam para frente e para trás enquanto ela caminhava. Não só era possível ver o contorno de seus seios através do tecido, como também se conseguia distinguir perfeitamente a silhueta das suas aréolas surpreendentemente grandes e muito escuras. O contraste entre o branco e o tom bronzeado da pele dava um aspecto fantástico. Seguiu o mesmo caminho que as outras tinham feito dentro da sala. Tiago estava abismado pelo à vontade que a sua tia Susana apresentava, especialmente depois daquela hesitação momentos antes, pois entre o que vestia e nada, era praticamente igual, e ela parecia não se importar que ele a visse assim. “Provavelmente é a leveza do álcool”, pensou. A tanga estava completamente escondida entre as suas nádegas e a sensação que dava é que nada tinha que a tapasse na parte de trás. E na realidade não tinha! Deu a volta e veio novamente na sua direcção, mas desta vez mesmo direita a ele. Parou à sua frente.
Talvez ela tenha notado a minha erecção”, pensou Tiago.
Pegou no pescoço do sobrinho e fez com que se baixasse, beijando-o demoradamente numa das faces, enquanto se encostava, deliberadamente ou não, a ele. Tiago pôde sentir as suas mamas no seu peito e uma pressão contra o seu pau duro. Reagiu surpreendido, tentando afastar as calças com medo que ela percebesse que ele estava “de pau feito”. Mas não teve sucesso. Ela sorriu para ele, divertida, mostrando claramente que tinha percebido a sua erecção. Afastou-se e roçou a sua mão no volume das calças quando se virou para dar mais uma voltinha.
Uaauuu!”, pensou Tiago. Pela primeira vez via a sua tia Susana como papável. Talvez fosse a tensão sexual que enchia aquela sala… O álcool, mais que certo! As outras três tias sempre tinham feito parte das suas fantasias sexuais desde pequeno e já se tinha masturbado muitas vezes com elas no pensamento, ou até com fotos das férias na praia. Qualquer uma delas. Mas a tia Susana sempre tinha ficado fora dos seus sonhos molhados… até hoje!"

in "A festa de lingerie da tia Natália"

sexta-feira, 29 de março de 2019

# 528

Gif retirado da net

"Enquanto Carolina continuava o seu espectáculo, Natália segurava-o com o braço, por vezes puxando-o mais para ela. De repente apercebeu-se que a sua mão direita estava encostada na parte nua da nádega direita de Beatriz que, discretamente, se movimentava contra ele. Tiago já estava com uma erecção e, dado o seu passado com Carolina, esperava que alguma coisa “caísse” para o seu lado da parte dela, mesmo com as outras familiares por perto. Era óbvio que o ar estava carregado de erotismo e havia uma “tesão” evidente nas suas tias que nunca tinha visto antes. E isto podia dar num final feliz para ele pois alguma coisa haveria de arranjar com Carolina, pensou, mesmo às escondidas das outras. O rabo de Beatriz ainda estava pressionando a sua mão, e ele decidiu pressionar também. Então ela virou-se para ele e perguntou:
"Estás a gostar do desfile de moda, sobrinho?"
Quando se virou, Tiago deixou escorregar a mão pelo rabo dela, apalpando descaradamente a nádega esquerda. “Obviamente, tia”, segredou-lhe ele ao ouvido, deslizando depois a mão até à anca e subindo depois para a cintura. Ela beijou-lhe o ombro enquanto tentava encaixar a perna dele no meio das dela. Entretanto Carolina acabou a sua actuação e veio juntar-se ao grupo. Todos olharam então para Susana.
Como sempre, a tímida tia Susana precisava de um empurrãozinho de incentivo.
É a minha vez?”, perguntou desnecessariamente.
Ai, Susana, és sempre igual a ti própria”, disse Beatriz. “Vá, estamos em família… Que mal pode haver?” 
Tiago, nem tinha a certeza de toda esta inocência, nem, convenhamos, a desejava. Susana lá se deu por convencida, sem grande esforço, diga-se, pegou no seu saco e foi para o banheiro, saindo em silêncio, mas olhando directamente para Tiago com um pequeno sorriso atrapalhado. Quando se esperava por nova passagem de "lingerie" Tiago enfiou a mão pelos calções de Beatriz mesmo no meio, sobre o rego, descendo devagar à espera da reacção da tia. Mas ela não disse nada. Subiu então a mão pressionando o dedo médio entre as nádegas enquanto Beatriz metia a não no seu bolso e apalpava-lhe a perna junto à virilha. Ela estremeceu um pouco ao sentir o dedo dele entre as nádegas e gemeu baixinho.
A tia Susana era irmã mais velha de Beatriz e de Carolina. Era casada com o Tio Bernardo, irmão da mãe de Tiago. Não se podia dizer que fosse gorda, longe disso, mas era cheiinha, com cabelos castanhos que passavam os ombros, uma cara bonitinha, seios grandes sem serem gigantescos e rabo e pernas proporcionais ao resto do corpo. Para quem gostava de seios grandes, que não era o caso do Tiago, tinha aqui um belo exemplar mas era nitidamente a tia menos interessante em termos de beleza e, obviamente, a menos sensual. No entanto não deixava de ser uma mulher interessante, especialmente para quem tinha dois filhos e já estava mais próxima dos cinquenta do que dos quarenta. Tinha uma voz fina, que por vezes era irritante quando falava alto e um feitio de extremos estranho. Normalmente era arrogante, impertinente e parecia que todo o mundo lhe devia alguma coisa, que Tiago via como uma forma de contornar uma timidez natural, mas, por vezes, era extremamente simpática e até insinuante, sendo muito mais próxima do que eram as irmãs.
Era uma pessoa muito conservadora, frequentadora das actividades religiosas das paróquias que frequentava, na cidade e na terrinha, e era professora primária. Obviamente, vestia-se de uma forma conservadora, era o tipo de pessoa reservada por natureza, excepto quando o seu mau feitio ia aos extremos, mas, nos momentos certos, se fosse puxada pelas irmãs, por vezes era surpreendente."

in "A festa de lingerie da tia Natália"

sexta-feira, 22 de março de 2019

# 527

Gif retirado da net


"A tia Carolina era a irmã mais nova de Susana e de Beatriz, sendo também a mais nova das tias. Tinha casado com Francisco, um dos irmãos da mãe de Tiago e de Natália. Francisco era 12 anos mais velho que Carolina e tinha um negócio com o irmão, Bernardo. Apesar dos poucos estudos, era um homem culto e educado mas Tiago nunca tinha entendido porque tinham casado pois pareciam pessoas completamente diferentes, para já não falar da diferença de idades. Era, sem qualquer margem de dúvida, a mais vistosa das mulheres da família. Era bonita, “boazona”, sensual, charmosa… Por alguma razão Carolina tinha sido a primeira “mulher” que o tinha feito olhar para o sexo oposto com olhos de ver, num Verão quando tinha 12 ou 13 anos. Por onde passava levava a sua aura e não deixava ninguém indiferente – nem mulheres e muito menos homens. Era uma mulher muito bonita, com quase 1,80m e um corpo em forma de ampulheta perfeito. Tinha um nariz fino e uns lábios carnudos, absolutamente sensuais, e uns olhos castanhos muito doces e expressivos. Peitos normais, do tamanho de uma boa laranja, redondos mas em pêra, com os mamilos ligeiramente para cima, uma cintura lisa e delgada, um rabo perfeito e umas pernas longas sem fim. Tinha o cabelo liso que pintava de loiro e que usava entre o meio das costas ou um ou dois dedos acima do ombro. Também andava sempre bronzeada, como as irmãs, e vestia-se muito bem, sabendo sempre adequar a roupa ao momento. Nunca tinha querido ter filhos, e não escondia isso, mas dava-se muito bem com qualquer dos 3 sobrinhos. Era decoradora, com algum sucesso, e uma pessoa muito liberal e extremamente independente. Era uma das melhores amigas de Natália, com quem saía regularmente, fazendo sempre um par de sucesso onde quer que fossem.
Carolina saiu do banheiro fazendo a sua imitação de modelo, espetando o peito para fora, sacudindo os cabelos loiros e abanando um pouco exageradamente o rabo. Ela vestia uma espécie de minúsculo robe num tecido branco, muito curto, que atrás ia até meio das costas e na frente ficava ao nível da base dos seios. Era fechado à frente por um pequeno laço sobre os peitos que deixava uma abertura de uns dez centímetros entre eles, o que, obviamente, os tornava bem visíveis. Também um pouco da parte superior se via e, quando se virava, de lado, podia-se ter uma boa ideia do que estava por trás do tecido. Ao andar, por vezes, também se via a base dos peitos quando o conjunto, largo, subia um pouco. Os peitos sem sutiã balançavam enquanto ela caminhava e os seus mamilos projectavam-se no tecido de um lado para o outro, sendo uma visão extremamente sensual. Carolina usava uma tanga também em tecido branco – provavelmente o mesmo tipo de tecido. Seu rabo era perfeito e a tanga assentava na parte da frente como se tivesse sido feita para ali – atrás não tinha nada a não ser o fino cordão que saía do microscópico triângulo sobre o rego e desaparecia no meio dele. As suas nádegas nuas e bronzeadas eram firmes, tal como as suas coxas. Esta mulher era um monstro de beleza. Tiago já estava um pouco excitado mas quando Carolina olhou directamente para si, sorrindo, sentiu que algo se mexia dentro das suas calças, tal a excitação que o tomava. Não conseguia decidir se devia focar-se só nos peitos aos saltos, se focar-se no todo, de vê-la quase completamente nua."


in "A festa de lingerie da tia Natália"
 

sexta-feira, 15 de março de 2019

# 526

Gif retirado da net


"Susana voltou com a cerveja e entregou-a ao sobrinho. Tiago bebeu dois goles e colocou-a sobre a mesa. Mantinha-se de pé, junto à mesa onde estavam as tias., agora já de pé também. Precisava relaxar, mas queria manter o foco para se lembrar de cada detalhe porque aquilo passava muito qualquer imaginação que já tivesse tido. Bem, quase…
Natália saiu do banheiro e atravessou a sala pelo caminho que ela própria tinha elaborado. Como se fosse uma modelo numa passarela, caminhava com passos curtos, seguros e pesados que se faziam ouvir sobre a música de fundo. Trocava ligeiramente as pernas como uma profissional. Também só vestia o conjunto e umas sandálias com um salto enorme, maior que o que Beatriz trazia. Sorria e ia-se virando devagar e sensualmente, enquanto ia descrevendo sua roupa. "Este é um conjunto de uma só peça", narrou Natália. Sua roupa era ainda mais reveladora do que a roupa de Beatriz! Vestia um body com o formato de um fato de banho, tipo em V, e era feito de um tecido preto praticamente transparente! Quando a luz insidia no ângulo certo, dava para ver perfeitamente através dele, como se nada tivesse. Os seios redondos de Natália ficavam admiravelmente no conjunto, onde se notavam perfeitamente os mamilos. Tinha um decote que ia até ao umbigo e era todo aberto de lado e nas costas, só tendo o fino tecido que mantinha todo o conjunto em posição, à volta do pescoço e na cintura, que terminava num minúsculo triângulo que parecia entrar-lhe pelo rabo. De lado, dava para ver os peitos perfeitamente. Uma loucura! A parte inferior era puxada sobre sua vagina, mas não parecia fazer o efeito que Beatriz tinha falado. A transparência era tal que dava para ver os pêlos púbicos lisos e perfeitamente aparados. Tiago ficou deslumbrado com o seu rabo nu quando ela se virou. “Nossa senhora! Não é nada mau para uma tia”, pensou.
Todas as outras mulheres elogiaram Natália pela aparência, e olharam para Tiago à espera do seu veredicto. Timidamente, concordou com elas, sem quase conseguir tirar os olhos da tia. Terminado o show, Natália deu uma pirueta sobre si e foi em direcção à cozinha buscar mais bebidas. Carolina voluntariou-se para ser a seguinte: “É a minha vez”, disse, pegando no seu saco e dirigindo-se para o banheiro. Tiago acabou a primeira cerveja quando Natália, seminua, lhe entregou outra com uma piscadela de olho. Tiago deu um gole e colocou-a sobre a mesa à sua frente onde já estavam vários copos vazios.
Natália ficou do seu lado esquerdo e abraçou o sobrinho com o braço direito, ficando com a mão direita no seu quadril direito e segurando o seu cocktail com a mão esquerda. Tiago deslizou o seu braço esquerdo ao redor dela e colocou sua mão no seu ombro e deixou-a deslizar até a pousar no seu quadril esquerdo nu, fazendo o mesmo a Beatriz que estava do seu lado direito. Natália encostou então a cabeça ao seu ombro esquerdo e balbuciou qualquer coisa sobre o quanto gostava dele. E ele respondeu dando-lhe um beijo no topo da cabeça."

in "A festa de lingerie da tia Natália"

sexta-feira, 8 de março de 2019

# 525

Fotografia de BosnianEagle


"Quando todos pararam de rir, Beatriz olhou para si mesma. À luz, e de perto, Tiago também olhou. Não conseguiu evitar. Os peitos dela estavam projectados para fora do fino tecido, sem nada a apoia-los. Seus mamilos espetados pareciam querer romper o tecido. A camisola terminava bem acima do umbigo e os calções começavam muitos centímetros abaixo dele. Olhou para a barriga nua, lisa, em muito boa condição para quem já tinha entrado nos quarenta. Olhando para baixo, os calções pareciam ter sido pintados sobre a sua vagina. Podia ver toda a forma do seu monte saliente facilmente. Os calções eram tão apertados que realmente estavam sendo “puxados” pelos lábios vaginais. Abaixo disso, suas pernas nuas e bronzeadas pareciam bem apetecíveis montadas naquelas sandálias. De alguma forma, Beatriz estava sempre bronzeada, especialmente nas pernas. E eram umas pernas jeitosas para a idade. Se ela fizesse exercício, facilmente ficava com um aspecto muito bom, pensou!
"Bem", Beatriz perguntou: "O que é que achas?"
Beatriz virou-se, rodopiou sobre si, e deixou-o dar uma olhada nas costas. Bem mais de metade do seu rabo estava fora do calção. Acima das suas pernas bronzeadas estava a óbvia linha bronzeada e a mudança de cor do seu rabo branco fora do calção. Não era um rabo de uma adolescente, tinha um pouco mais de carne, mas naquele momento parecia realmente convidativo.
Tiago estava cercado de familiares adultos e ainda um pouco constrangido, apesar de ter bastante à vontade no dia-a-dia quer com Natália, quer com Carolina. Mas esta situação ultrapassava em muito uma normal reunião familiar. Não queria dizer que ela estava mesmo apetitosa, e que se pudesse, obviamente, a comia, mas tinha de dizer algo cortês e simpático. Então gaguejou a primeira coisa estúpida que lhe veio à mente: “Hum! Eu gosto disso!
Beatriz olhou para Tiago com um sorriso aprovador, com seus olhos brilhando na sua direcção, enrugando as linhas ao redor dos olhos. Depois, olhou para as outras. "OK, vocês já me envergonharam e disseram que experimentariam a vossa roupa também, por isso tratem de ir… É a vossa vez!"
"OK, eu vou experimentar o meu", disse Natália. Ela pegou um dos sacos que estava no chão e todas pegaram suas bebidas – todas estavam bebendo um cocktail qualquer. Riram divertidas, beberam uns goles e Natália perguntou: "Tiago, queres uma cerveja?"
"Humm, ainda tenho que ir para casa hoje à noite… e já bebi ao jantar…"
"Oh, é tarde demais!", disse Natália. "Por que não passas a noite aqui? Elas também ficam. Seremos apenas nós os cinco. Em algum lugar vais poder dormir. Além disso, os teus pais estão no Algarve e é só por isso que a tua mãe não está aqui também. Ias para casa fazer o quê?"
Sabia muito bem o que ia fazer se fosse para casa: obviamente, masturbar-se a pensar nisto tudo… Mas ficar, bem, era bom demais para ser verdade, pensou ele. Sua tia deliciosa, e já demasiado alegre, pedindo para ele passar a noite com elas, todas já alegres e descontroladas... a passarem lingerie para ele, quase nuas… Nem nos melhores sonhos… Tentou não parecer muito animado quando disse: "Bem… ok. Por mim… "
Bem, vou mudar-me”, disse Natália. “Uma de vocês pegue uma cerveja para o rapaz…”, e seguiu para o banheiro enquanto Susana se dirigiu para a cozinha. Pelo caminho largou: “Não te esqueças, Tiago, de não ir contar à tua mãe que te dei cerveja… Já sabes que em minha casa, o que cá se passa, fica por cá!
A tia Natália era irmã mais nova da mãe do Tiago e nunca tinha casado. Trabalhava no Estado, num cargo importante em alguma coisa ligada à Cultura. Desenhava roupas e pintava, em part-time, o que lhe rendia anualmente um valor superior ao que ganhava no seu trabalho regular, que já não era nada mau. Também fazia fotografia mas só mesmo como hobbie. Era uma artista multifacetada. Grande parte do interesse de Tiago na fotografia devia-o a ela, que muitas vezes lhe servia de “modelo”. Tinha um excelente corpo, nada ficando a dever ao de Carolina, bastante revigorado pelas corridas que fazia quase regularmente. Tinha um longo cabelo preto liso, até meio das costas, que lhe dava um ar sensual. Tinha seios normais a tirar para o pequeno, cintura fina, barriga lisa e tonificada, como as pernas, e um rabo divinal. Era sempre uma das atracções da praia. Era ligeiramente mais baixa que Beatriz. Tinha uma voz doce e era mesmo um doce de pessoa, ainda que tivesse uma personalidade muito vincada. Era a tia favorita de Tiago e com quem passava horas a falar de tudo e de nada. Era uma pessoa muito liberal, muito fora do comum em quase tudo, não gostava que metessem limites nas coisas e defendia, acerrimamente, que cada um devia fazer o que trouxesse felicidade e prazer sem pisar ninguém."

in "A festa de lingerie da tia Natália"