"A tia Carolina era a irmã mais nova de Susana e de Beatriz, sendo também a mais nova
das tias. Tinha casado com Francisco, um dos irmãos da mãe de Tiago e de Natália.
Francisco era 12 anos mais velho que Carolina e tinha um negócio com o irmão,
Bernardo. Apesar dos poucos estudos, era um homem culto e educado mas Tiago
nunca tinha entendido porque tinham casado pois pareciam pessoas completamente
diferentes, para já não falar da diferença de idades. Era, sem qualquer margem
de dúvida, a mais vistosa das mulheres da família. Era bonita, “boazona”, sensual, charmosa… Por alguma
razão Carolina tinha sido a primeira “mulher” que o tinha feito olhar para o
sexo oposto com olhos de ver, num Verão quando tinha 12 ou 13 anos. Por onde
passava levava a sua aura e não deixava ninguém indiferente – nem mulheres e
muito menos homens. Era uma mulher muito bonita, com quase 1,80m e um corpo em
forma de ampulheta perfeito. Tinha um nariz fino e uns lábios carnudos,
absolutamente sensuais, e uns olhos castanhos muito doces e expressivos. Peitos
normais, do tamanho de uma boa laranja, redondos mas em pêra, com os mamilos
ligeiramente para cima, uma cintura lisa e delgada, um rabo perfeito e umas
pernas longas sem fim. Tinha o cabelo liso que pintava de loiro e que usava
entre o meio das costas ou um ou dois dedos acima do ombro. Também andava
sempre bronzeada, como as irmãs, e vestia-se muito bem, sabendo sempre adequar
a roupa ao momento. Nunca tinha querido ter filhos, e não escondia isso, mas
dava-se muito bem com qualquer dos 3 sobrinhos. Era decoradora, com algum
sucesso, e uma pessoa muito liberal e extremamente independente. Era uma das
melhores amigas de Natália, com quem saía regularmente, fazendo sempre um par
de sucesso onde quer que fossem.
Carolina saiu do banheiro fazendo a sua imitação de
modelo, espetando o peito para fora, sacudindo os cabelos loiros e abanando um
pouco exageradamente o rabo. Ela vestia uma espécie de minúsculo robe num
tecido branco, muito curto, que atrás ia até meio das costas e na frente ficava
ao nível da base dos seios. Era fechado à frente por um pequeno laço sobre os
peitos que deixava uma abertura de uns dez centímetros entre eles, o que,
obviamente, os tornava bem visíveis. Também um pouco da parte superior se via
e, quando se virava, de lado, podia-se ter uma boa ideia do que estava por trás
do tecido. Ao andar, por vezes, também se via a base dos peitos quando o
conjunto, largo, subia um pouco. Os peitos sem sutiã balançavam enquanto ela
caminhava e os seus mamilos projectavam-se no tecido de um lado para o outro,
sendo uma visão extremamente sensual. Carolina usava uma tanga também em tecido
branco – provavelmente o mesmo tipo de tecido. Seu rabo era perfeito e a tanga
assentava na parte da frente como se tivesse sido feita para ali – atrás não
tinha nada a não ser o fino cordão que saía do microscópico triângulo sobre o
rego e desaparecia no meio dele. As suas nádegas nuas e bronzeadas eram firmes,
tal como as suas coxas. Esta mulher era um monstro de beleza. Tiago já estava um
pouco excitado mas quando Carolina olhou directamente para si, sorrindo, sentiu
que algo se mexia dentro das suas calças, tal a excitação que o tomava. Não
conseguia decidir se devia focar-se só nos peitos aos saltos, se focar-se no
todo, de vê-la quase completamente nua."
in "A festa de lingerie da tia Natália"



