"Portanto, pensou, temos aqui as duas tias mais
velhas, mas ambas ainda relativamente novas pois nem cinquenta anos tinham, com
problemas de satisfação sexual em casa. Não admirava que uns valentes copos as
deixassem quase eufóricas.
Susana
e Carolina seguiram-no até o sofá e sentaram-se ao seu lado. Susana à sua
direita e Carolina à sua esquerda, encostadas em si e pressionando suas coxas
contra as pernas nuas de Tiago. Ele colocou as suas mãos sobre as coxas das
tias e massajou-as casualmente, fazendo-as deslizar para cima e para baixo,
devagar. O seu membro ainda estava em pé, ocasionalmente ganhando vida com
pequenos espasmos. Com a cabeça no seu ombro, a tia Susana inclinou-se e
estendeu a mão esquerda agarrando e acariciando o seu pénis. Era óbvio que ela
queria mais acção e estava pronta para isso, tal como ele. Subiu as mãos pelas
coxas de ambas as tias até junto à virilha. Olhava para os pêlos púbicos
castanhos das duas. Carolina inclinou-se e começou a beija-lo. Ele deslizou as
mãos sobre os pêlos púbicos das tias e tocou-as, sentindo-as ambas molhadas. Já
tinha fodido um das tias e questionava-se se poderia foder outra.
Susana
chegou-se à borda do sofá, inclinou-se, colocou o rosto na sua virilha e
envolveu os seus belos lábios em volta da cabeça do seu pau. Lentamente
engoliu-o, movimentando-se para cima e para baixo enquanto estava sentada ao
meu lado. Era difícil para ele alcançar a sua vagina nesta posição, então
decidiu fazer uma abordagem por trás, colocando a sua mão direita nas suas
costas e fazendo-lhe festas, enquanto ela o chupava e enquanto beijava
Carolina. Desceu a mão até chegar ao rabo de Susana e passou a focar essa mão
no seu rabo e no seu rego, tentando passar o dedo médio na sua racha molhada
até a ponta do dedo massajar o seu clitóris. Não era fácil, porque o espaço era
pouco e Susana estava demasiado chegada para a frente. Ela percebeu a sua
intenção e facilitou. Mudou de posição, deixando de estar sentada e passando a
estar de joelhos sobre o sofá, debruçada sobre o seu pénis que chupava com
vontade.
Do
outro lado, Carolina também mudou para a posição de joelhos, permitindo-lhe uma
melhor acesso à zona entre as pernas enquanto se beijavam excitados. Com
Carolina já estava um pouco à vontade e já sabia como ela gostava de ser
tocada.
Beatriz
e Natália estavam as duas sentadas a assistir a este espectáculo. Natália
sentada de rabo no chão, pernas abertas e flectidas, expondo-se completamente
aos olhares de Tiago. Ambas as mãos massajavam os peitos por baixo das
correntes, fazendo-as tilintar. Beatriz, um pouco mais atrás, estava de joelhos
sentada sobre os sapatos, com as pernas ligeiramente abertas uma das mãos
metida entre elas, enquanto a outra beliscava os seus mamilos alternadamente.
Susana
chupava Tiago. Lentamente engoliu-o todo, até à base, mostrando dotes
que, provavelmente, todos ali desconheciam, movendo a cabeça para cima e para
baixo. Ele passou a mão no rego de Susana até o passar na sua racha e enfiar o
dedo médio na vagina. Depois voltou a subir até atingir as costas, voltando a
repetir o trajecto descendente lentamente. Sempre que passava sobre o ânus dela
pressionava um pouco, o que levava sempre Susana a gemer e a apertar mais os
lábios. Era, sem dúvida, uma mistura de sensações muito agradável. Ia repetindo
isto e por vezes fazia mais força, sentido o dedo entrar ligeiramente. Carolina
continuava a beijar Tiago que tinha dois dedos metidos nela.
Tiago sentiu que toda a zona do rego de Susana
estava suficientemente lubrificada com o seu próprio suco e achou que estava na
altura de desafiar o limite da tia. Parou sobre o ânus de Susana, e ficou ali
aos círculos, umas vezes suavemente, outras fazendo diversos tipos de pressão,
que Susana respondia sempre gemendo e apertando os lábios. Estava indeciso se
lhe metia o dedo no rabo ou ficava por ali… A vontade era enfiar o dedo no rabo
daquela nova tia que tinha descoberto esta noite… mas tinha algum receio que
fosse estragar a coisa. Afinal estava perante a presença de alguém já a caminho
dos 50 anos e bastante conservadora. Mas, ou era ali, ou era quando?"
in "A festa de lingerie da tia Natália"



